Dicas Estudos

O fracasso não ocorre por acaso

Muitos textos que lemos por aí falam sobre o sucesso. Sobre as vitórias de grandes homens e mulheres da história. Isso é natural, afinal, as pessoas querem crer que o mundo é um lugar bom e justo, que nada de mal vai lhes acontecer e que todos os sonhos são tangíveis. Convenhamos, sonhar é necessário! O homem só pode criar aquilo que tenha imaginado algum dia.

No entanto, permitam-me retirá-los deste devaneio por um instante e dar lhes um pequeno choque de realidade. Antes de ter sucesso, é muito provável que você vá fracassar.

Sim! É uma verdade dura e cruel. Mas quase todos os homens e mulheres bem-sucedidos da história tem fracassos em sua biografia. Praticamente todo candidato aprovado em concurso, já foi reprovado em um ou mais momentos anteriores. E é por isso que hoje eu vim falar de fracassos.

Na minha vida, os meus grandes exemplos sempre foram pessoas persistentes. Mas eu não tinha parado analisar olhar para os insucessos delas. Não que a ideia de fracasso em si fosse relevante. Mas essas aparentes derrotas e obstáculos foram cruciais na guinada que essas pessoas deram em suas vidas. Foi então que pude ver o papel relevante deles para forjar a persistência que eu tanto admirava nesses homens e mulheres. Escolha o personagem que quiser e investigue. Ele fracassou!

Listei aqui alguns poucos com algumas histórias conhecidas, apenas para reforçar a minha ideia.

Todo mundo conhece a Disney, certo? Fundada em 1923 pelo grande sonhador Walt Disney é o segundo maior conglomerado de mídia e entretenimento do planeta e um fenômeno da TV e do cinema. Mas, o que nem todo mundo sabe é que, muito antes de o Mickey ser criado, Sr. Walt Disney foi demitido de seu trabalho em um jornal por sua “falta de imaginação e boas ideias“. Difícil imaginar isso nos dias de hoje, mas é um fato!

E por falar em animação e cinema. Todo mundo sabe que Steve Jobs foi o criador da Pixar. O que algumas pessoas não sabem, é que a história de como a Pixar foi criada começa com a demissão de Steve Jobs da companhia que ele próprio fundou, a Apple. Empresa está para a qual ele foi recontratado anos depois e revolucionou o mundo tecnológico em que vivemos.

Vocês também devem conhecer a série “Harry Potter”. Mas você sabia que a autora do livro, Joanne Rowling (ou J. K. Rowling), apresentou o primeiro livro da sequência, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, a oito editoras diferentes antes de conseguir publicá-lo. Mas, apesar deste obstáculo, obra conta hoje com mais de 120 milhões de cópias comercializadas.

Fábio Branda, juiz do TRT-2, foi reprovado em 43 concursos, antes de ser aprovado. Da pra imaginar? O famoso juiz William Douglas foi reprovado em 6 concursos antes de ser aprovado como juiz. Não o bastante, quebrou 12 empresas antes de obter sucesso como empreendedor e escritor. Em suas palestras, ele costuma dizer que “ o sucesso e o fracasso, nunca são pessoas. São situações”

São tantos fracassos…poderia citar inúmeros outros aqui, mas mataria vocês de tédio antes de chegar à metade rsrs.

O que importa é que, nas palavras do grande escritor Charles Dickens (autor da obra Oliver Twist):

“Cada fracasso ensina ao homem algo que ele precisava aprender”.

Então, se você fracassou, anime-se! Essa é a prova de que você está tentando.

Então, chore, grite, corra… faça seu ritual da superação, seja ele qual for. Curta 24 horas de “fossa”, prorrogáveis por mais 24. Contudo, ao vencer o prazo das 48 horas de auto piedade ( não deixe passar disso pra não virar drama), recobre o bom senso e firme esse toco!

Reveja sua estratégia, avalie seus erros (tanto nos estudos, quanto na prova), seja honesto e justo consigo mesmo. Responsabilize-se por aquilo que te prejudica, pela procrastinação, pelas horas nas redes sociais, pelas distrações, a ansiedade, a falta de autocontrole e de disciplina. Faça todas as reflexões que precisar fazer!

Quando tiver terminado de reajustar a rota e retomado o leme, sacuda essa poeira, levante a cabeça e, por favor, SIGA EM FRENTE! Rumo ao grupo dos vencedores, jamais para trás, em direção ao grupo dos derrotados.

E por favor, não se esqueça: É VOCÊ QUEM MANDA NESSA PORRA!

“Errei mais de 9.000 cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo… e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso.” Michael Jordan.

Por Mari

PROVA CESPE: DICAS DE “CHUTE TÉCNICO” DO AGENTE FEDERAL WELLINGTON

chutecalculado

Olá galera! Blz? E os estudos? Insane Mode: ON?!

Respondendo aos muitos e-mails dos fans, kkkkk, resolvi fazer esse post explicando a minha concepção sobre o chute técnico, estarei me baseando principalmente no meu conhecimento prático e nas análises de dezenas a centenas de gabaritos (CESPE) que verifiquei durante meu preparo. Fiz também algumas pesquisas relacionadas ao assunto enquanto estudava, mas nunca encontrei nada bem sintetizado como o que tentarei fazer nesse post.

SIM, CHUTE TÉCNICO FUNCIONA! PORÉM…ENTRETANTO…TODAVIA… depende do seu nível de estudo; quanto mais preparado você estiver mais ele irá funcionar. Entenda que não estamos falando de um chute às cegas, e sim de uma técnica. E como toda técnica, exige estudo e treino.

Acredito que esse será um dos posts mais intrigantes que vocês já viram, céticos podem não aceitar o que irei falar, mas como dizia Dr. House: “Números não mentem”. xD

Primeiramente, o chute técnico possui diversas linhas de aplicação, abordarei as duas mais conhecidas e, é claro, que mais utilizei.

A primeira delas (se subdivide em 3) não exige tanto conhecimento para ser utilizada, não sei o nome certo, mas sempre chamei de “Questão trancada” ou “Questão Aberta” ou “Questão Semiaberta”.

A “Questão Trancada” engloba as questões que não aceitam outra alternativa, sem a possibilidade de uma segunda opção, exemplo: “APENAS/SOMENTE quem estuda por PDF passa em concurso”. É um exemplo simples, mas a ideia é essa, em tudo que fazemos geralmente tem outra forma de também dar certo (Geralmente há exceções). Esses tipos que questões costumam ter em sua construção um “NÃO É POSSÍVEL”, “APENAS”, “JAMAIS”, “NUNCA” “SOMENTE”, “EM NENHUMA HIPÓTESE”, “DE MODO NENHUM”. Assertivas contendo essas partículas OU EXPRESSANDO ESSES SENTIDOS na gigantesca maioria das vezes está errada, avalio em 80% a possibilidade de tal assertiva ser errada. (Jamais teremos um 100%). Mas se na sua prova tiver 10 questões com essas construções, com certeza você sairá no lucro aplicando a técnica, na pior hipótese você acerta pelo menos 6 e erra 4, ficando com 2+.

A “Questão Aberta” é o oposto da anterior, mas que também tende a estar errada, pois geralmente há exceções; possui os termos “EM QUALQUER CASO”, “DE TODA FORMA”, “SEMPRE”; A probabilidade de estar errada também gira em torno dos 80%. Veja que nem sempre terá esses mesmos termos, você deverá analisar a questão e avaliar qual o sentido que ela está expressando.

Já a “Questão Semiaberta” é o meio termo das duas anteriores, pois nem admite todas as possibilidades como também não inclui apenas uma ou nenhuma. Essas questões geralmente estarão certas. Exprimem a ideia de “Em alguns casos”, “Uma vez ou outra”.

Observe que essas três espécies usam a regra maior que diz: Geralmente há exceção, ou seja, nem tudo é permitido e nem tudo é proibido.

Essa técnica para mim é uma das melhores, pois pode ser aplicada a tudo que for de matéria, nas provas que fiz até hoje sempre apliquei essa técnica, nunca tive prejuízo. Use ela com cautela e a considere apenas como um auxílio, lembre-se que o mais importante é o estudo. E nunca se esqueça dos 20% que faltam para “fechar” a conta. Risos.

Treinem bastante, toda questão que você for responder a partir de hoje, procure primeiro esses termos que disse, e vá aplicando no seu dia a dia, poste aqui os seus resultados dos exercícios. Lhe garanto que funciona.

O “ponto fraco” dessa técnica é que em provas mais elaboradas as bancas tentam ao máximo evitar esses tipos que construções, entretanto, o sentido que os termos expressam dificilmente é completamente evitado, embora se utilizem de outras palavras. xD.

Em uma estimativa por baixo, nas provas de 120 questões, você irá conseguir aplicar essa técnica em cerca de 5 a 10 questões. (Se tratando de chute, é um número elevado).

Tenha em mente que não se passa em um concurso apenas com técnicas de chute, são um auxílio, que se bem aplicadas, irão lhe garantir alguns pontos extras. Imagine quantos não passaram no concurso de APF 2014 e em tantos outros por falta de 1 ponto ;/.

A Segunda técnica é muito mais complexa, e nunca utilizei, mas conheço vários amigos que usaram e hoje estão na PF ou em outros órgãos. Está diretamente ligada a seu nível de estudo. Quanto melhor você estiver, melhor será a sua aplicação.

Funciona da seguinte forma, após você terminar toda sua prova, conte quantas você marcou “C” e quantas “E”; as provas tendem a ter gabaritos balanceados, de modo que 50% de toda a prova será C e a outra metade E. Ou seja, se a prova tiver 120 questões, seu gabarito terá 60 C e 60 E. Dentre tantos gabaritos que analisei, em alguns casos, de fato batiam 60C/60E, porém a grande maioria vem com 62/58; 61/59; 63/57. Veja que não há diferenças exorbitantes, há um equilíbrio, e é nisso que tiramos vantagem. Então, no fim você contou e digamos que tenha respondido 110 questões, e dentre essas, 50 você marcou como C e as outras 60 marcou como E, as 10 que ficaram em branco marque elas como “C”, se (como já falei antes) você estiver em um bom nível de preparo, com certeza irá ganhar alguns pontos. O ponto fraco dessa técnica é que, como no meu caso, na prova de APF 2014 respondi apenas umas 92 questões, não mais que isso, e quando contei, os números estavam bastante equilibrados, algo em torno de 50E/42C e ainda faltavam 28 questões. Portanto, não foi possível o uso dessa técnica nessa situação. Mas vários amigos com quem conversei na ANP fizeram isso e ganharam pontos, uns conseguiram 2, outros 5 e por aí vai, lembro que pra PRF um amigo ganhou 7 pontos. Essa realmente funciona, e como eu disse, na minha prova não pude usar ela, mas estava preparado para utilizá-la se fosse possível. Mas como eu disse, você deve treiná-las para tê-las como auxílio, não deu para eu usar essa, mas a primeira que citei me auxiliou bastante.

A última técnica, (Só soube dela após fazer minha prova) é um tanto quanto absurda, mas que se eu tivesse utilizado teria ganhado uns 10 pontos; na realidade é desdobramento da anterior, e também depende inteiramente do seu nível de preparação, funciona da seguinte forma: em linhas gerais, encontre em sua prova 35 questões erradas, e chute todo o resto (85) como “C”. Sei que parece estranho, mas vejamos: considerando que as provas sejam equilibradas 60C/60E, se você acerta as 35 que marcou como E, e marcou as outras 85 como C, veja que irá acertar todas as questões C, garantindo 60 pontos e errar as outras 25E, como uma errada anula uma certa, acertou 35 + 60 = 95, subtraindo as 25E, fica com 70 pontos, com uma redação bem feita, você está aprovado.

O amigo que me mostrou essa técnica, olhei a prova dele com meus próprios olhos, e tinha sequências grandes todas respondidas como C, cerca de 15 questões seguidas, óbvio que foi chute. Mas só funcionou porque ele acertou as 35 questões (ou bem perto disso) que marcou como E, ou seja, exige que você esteja preparado. Ele se arriscou porque, nas palavras dele, “estava estudando há pouco tempo e não tinha condições de atingir uma nota para ser aprovado pelo meio convencional de se responder provas e tinha confiança de que acertaria as 35 que marcou como E”.

Você pode estar se perguntando, por que 35 E ao invés de 35 C? Questões erradas são mais fáceis de respondermos, não é verdade? É fácil quando se encontra o erro; por outro lado, quando a questão está C temos mais dificuldades para marcar, pois pode ser que seja questão capciosa e não estamos identificando erro algum, sempre questão C é mais difícil!

Quem descobriu essa ideia certamente é um gênio, faz todo sentido, e como já disse, eu ganharia uns 10 pontos se tivesse aplicado ela nas outras 28 questões de deixei em branco, me colocaria no Top 10. xD

O ponto fraco dessa técnica é que ela depende totalmente do seu desempenho em acertar as questões “E”. No meu caso, respondi 50E, óbvio que não acertei as 50, devo ter errado umas 3-4, ainda assim, acertei umas 45 E, logo, se eu tivesse aplicado a técnica, teria ficado próximo aos 90 pontos (fiz 78). No gabarito definitivo, ficou 61C, 52E e 7 anulações. Outro risco, como sempre, é de a banca fazer uma prova desbalanceada, isto é, 80E e 40C, ou o contrário, mas sinceramente, acho muito difícil de algo assim acontecer, no máximo um 67/53. 

O risco sempre existe. Vai de cada um arriscar ou não, falo por mim, e apenas por mim, Wellington Macedo,  não é a opinião do blog, tendo em vista que não perguntei a ideia dos amigos Alexandre Santos nem do Caverna; utilizei a primeira técnica sempre, a segunda não usei na PF, e na prova da PRF preferi não arriscar, mas me arrependi, teria conseguido uns 5 pontos a mais. 

O objetivo desse post é trazer a vocês novas abordagens, tentei explanar ao máximo os pontos positivos e negativos de cada técnica. Não estimulo nem aconselho ninguém a usar essas técnicas (exceto a primeira, desperdício seria não utilizá-la), analise você mesmo os números, as possibilidades, em que nível de preparação você se considera estar e decida por conta própria e boa prova!

Devo deixar claro que essa questão se aplica a praticamente todas as bancas e a todos os concursos e vestibulares.

Recordo de um Sr. chamado Sapóia, tem alguns vídeos dele no Youtube explicando algumas ideias do que citei aqui, aconselho a analisarem, e sempre terem em mente que nenhuma técnica de chute lhe garantirá uma vaga, e sim o seu preparo, a sua dedicação, portanto, se você decidir usar as técnicas, use-as como a “ultima ratio”. Se eventualmente elas funcionarem com você, lembre-se que não é por “pura sorte”, é porque você estava preparado; e, quanto mais preparado você está, mais “sortudo” você se torna”. Como disse Tiger Woods: “Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho”. 

Acho que é tudo galera! Estude cada dia mais, se supere a cada semana!

Qualquer coisa, estou à disposição, postem suas dúvidas, se preferir, me enviem email. lingworks@hotmail.com

Bons Estudos! Insane Mode: ON!

Fonte: http://aspirantespf.blogspot.com.br/ Por Jonas Leite

Dicas do Agente Federal Fernando: 5 elementos para você ser aprovado na Polícia Federal

Faaaala, futuros e futuras federais, tudo certo?

Aqui é o Agente Federal e Coach Fernando Odnanref.

Concurso da policia federal – Como começar estudar?

Saiba quais os 05 (Cinco) elementos necessários e indispensáveis que todo concurseiro deveria saber antes de começar a estudar para qualquer concurso, principalmente o da PF!

Por Fernando Odnanref

Dicas do Agente Federal Fernando Odnanref: Qual a melhor forma de estudar?

Faaaaala, galera!!!!

Qual a melhor forma de estudar para concursos públicos? 

Sou o Coach Fernando Odnanref, Policial Federal e quero te dar um bizu federal que pode fazer muito sentido para você.

Essa é  a pergunta, disparada, que mais recebo no meu facebook, instagram e por whatsapp. Então vamos lá!

Por Fernando Odnanref

Concurso da PF: bate papo com o Agente Federal Wellington

Reprovou na prova de 2014 ou pretende fazer o próximo concurso da Polícia Federal? Veja o bate papo que tivemos com o Agente Federal Wellington. Dicas, superação e amor ao trabalho. Agradecimentos ao blog parceiro http://aspirantespf.blogspot.com.br/ .

Wellington, obrigado e sucesso!!!

 

Por Rafael Pompeu

QUAL A MELHOR FORMA DE ESTUDAR PARA CONCURSOS?

Faaaala, galera!!! QUAL A MELHOR FORMA DE ESTUDAR PARA CONCURSOS?

Sou o Coach Fernando Odnanref, Policial Federal e quero te dar um bizu federal que pode fazer muito sentido para você.

Essa é disparado a pergunta que mais recebo no meu facebook, instagram e por whatsapp. Então vamos lá!

Primeiramente quero ouça essa história e veja o que funcionou comigo: Quando eu fazia o curso de Direito, lá pelo 8º período me deu vontade de fazer o exame de ordem, a famigerada prova da OAB.

O que mais se ouvia falar na faculdade era que apenas 5 a 10% dos inscritos conseguiam a aprovação, ou seja, 95% reprovavam. Então pensei três coisas ao ouvir isso: 1º) se não há número de vagas, logo não há concorrência, ou seja, só depende exclusivamente de mim a aprovação. 2º) preciso desenvolver um método eficaz que me faça passar. 3º) Como ainda nem terminei o curso, ser reprovado é mais que comum, logo, sem pressão!

Veio então a inscrição, quando da prova eu acabara de iniciar o 9º período, sentei um mês e pouco e pah! Passei na primeira fase. Veio a segunda fase e pah! Passei também. De primeira! Uhhhu. Que método tão eficaz foi esse? O meu!

Agora vem a dica. Todas as pessoas são capazes de aprender qualquer coisa, o que diferem umas das outras é COMO CADA UMA APRENDE. Esse “COMO” é que faz toda a diferença.

É esse COMO que chamo de Sintaxe, Ordem, Sequência. Sintaxe é a ordem (sequência) em que os sinais são enviados ao seu cérebro. E essa ordem faz toda a diferença. Imagine se eu disser: O carteiro mordeu o cachorro. Ou disser: O cachorro mordeu o carteiro. Veja que as palavras são as mesmas, mas a ordem das palavras faz toda a diferença, principalmente se você for o carteiro!!!!

Aqui vai o meu valioso Bizu Federal: cada tipo de pessoa tem a sua própria Sintaxe. Para cada tipo de pessoa, uma determinada ordem em que melhor recebe e interpreta os sinais que lhe são enviados ao cérebro. Ou seja, se seu cérebro receber os sinais em ordem diferente da que ele melhor processa, ele (o seu cérebro) vai interpretar errado esses sinais.

Logo, ou você não aprende como poderia, interpreta errado os sinais que recebe, não consegue se concentrar, ou o que é pior ainda, você aprende errado. Resultado? Baixa performance nas provas!

Temos uma sintaxe para tudo, desde para aprendizagem, para motivação, até mesmo para relações amorosas. É o que chamo de neurologia particular de cada um.

Qual a solução para aprender mais e melhor? Fazer seu cérebro receber os sinais na sintaxe que ele melhor entende. Assim, uma sintaxe correta, uma alta performance em provas!

Os principais tipos de sintaxe de aprendizagem são: 1) Sintaxe Auditiva; 2) Sintaxe Visual e 3) Sintaxe Cinestésica. Todos temos as três, mas há sempre uma mais predominante.

Sintaxe Visual: São pessoas que falam rápido, precisam ver como é que se faz antes para então entender e depois poder fazer também. Uma mesa bagunçada atrapalha sua concentração. Gostam de escrever e grifar para entender. Esse tipo de aluno prefere aprender lendo textos, vendo gráficos, mapas mentais, diagramas, fórmulas etc. Lembram facilmente de situações ou informações a partir das imagens (memória fotográfica). Ele costuma recordar melhor as informações quando as lê silenciosamente. Ao manobrarem um veículo costumam baixar o volume do som do carro. Conhece alguém assim?

Sintaxe Auditiva: São pessoas mais relaxadas. Aprendem mais quando estudam repetindo em voz alta para si mesmo. Gostam de áudio-books. Aprendem letras de músicas com facilidade. Aprendem o conteúdo ao conversarem com colegas em grupo de estudo. Gostam de vídeo-aulas mais explicadas em voz que vídeo-aulas com anotações no quadro. Não desligam o som do carro ao manobrarem rss.

Sintaxe Cinestésico: São pessoas que aprendem fazendo. Expressam sentimentos mais que as outras duas acima. Ao se apresentarem são mais espontâneas e costuma abraçar. Gostam de utilizar os sentidos como o tato (pegar no livro), o olfato (gostam do cheiro do papel). Costuma fixar mais o conteúdo ao exercitarem, como resolver questões.

Como saber a minha sintaxe? Numa sessão de coaching o professor identifica ao certo qual a sua. Mas aqui vai um Bizu Federal para descobrir sozinho.

Lembra quando foi a vez em que se emprenhou e tirou uma boa nota?  Como iniciou os estudos para essa vez? Lendo e grifando o livro? Fazendo desenhos e mapas mentais? Dando aulas a você mesmo em voz alta? Conversando com o grupo de estudo sobre o assunto da prova? Tente lembra o que fez exatamente.

Depois, qual foi a segunda coisa que fez após esse estudo inicial? Fez questões? Fez mapas mentais? Fez resumos do que conversou com os colegas? Fez perguntas a sim mesmo? Tente lembrar e monte sua própria sintaxe.

Minha sintaxe por exemplo é: AUDIO –VISUAL, ou seja, Primeiro eu ouço (uma aula por exemplo) entendo o que foi dito, daí para gravar na memória com mais eficácia eu escrevo um resumo do que entendi com minhas próprias palavras. E você? Também prefere primeiro ouvir uma aula que ler um livro? Ou prefere ler primeiro um livro e depois ouvir as explicações do professor?

Um dos grandes erros de estudantes e professores é achar que todos aprendem da mesma forma!!! Ledo engano! Estudar da forma que outro estudou e passou não é garantia de que você vai aprender, e muito menos que vai passar não hein!!!!!

ENTÃO A MELHOR FORMA DE ESTUDAR PARA CONCURSO/OAB/ENEM, É A SUA PRÓPRIA, À SUA SINTAXE, À SUA NEUROLOGIA PARTICULAR, AO SEU MODO!

Descubra qual é a sua sintaxe e rumo à aprovação!

Pense Nisso

Por Fernando Odnanref

Coach Alta Performance de Concursos/OAB; Pós graduado em Direito Penal; Advogado habilitado na OAB/AL; Whatsapp: (82)9906-9636; Instagram: agentefederalfernando; Facebook: @AgenteFederalFernandoOdnanref; Skype: Coach Fernando Odnanref; Snap: AgenteFederal

4 passos que te orientará desde a definição do cargo até o início dos seus estudos

Como iniciar os meus estudos?  Não tenho material, onde encontrar? Como estudar para o concurso que eu quero? Quais matérias são cobradas? Preciso me organizar, como fazer isso?  Sem dinheiro eu passo em concurso?

Calma, desenvolvemos 4 passos que te orientará desde a definição do cargo até o início dos seus estudos. Vamos lá!

Passo 1:

  • DEFINIÇÃO. Quero ser da polícia, mas qual? A União possui a Polícia Federal, a Rodoviária Federal e a Ferroviária Federal e os Estados/Municípios as Polícias CivisMilitares e as Guardas Municipais. Antes de qualquer preparação é imprescindível saber onde você quer chegar. Você sabe? Se não, pesquise mais, analise qual instituição e cargo te proporcionará uma carreira mais atrativa e recompensadora em todos os sentidos.
  • Trace uma meta e cole em algum lugar visível, ela te ajudará a lembrar sempre do seu objetivo. Dica: a preparação para concurso público, salvo exceções, pode durar alguns anos, seja crítico com seu tempo disponível para estudos e trace uma meta dentro de suas possibilidades.
  • Em cima da meta traçada defina o tempo de estudo diário. Esse planejamento será o responsável pelo alcance do seu objetivo, ou não, caso faça de forma incorreta.
  • Leia o último edital do concurso que anseia. Mas por quê? Amigo (a), existem casos de candidatos estudarem meses e anos para um cargo e, após essa longa jornada descobrir que não possui certos atributos exigidos, como por exemplo: carteira de habilitação, faculdade, altura mínima, aptidão para o teste físico – TAF (sedentários, cuidado!!!) e por aí vai. Não dá!!! Tempo é algo precioso, portanto, leia e releia o edital e certifique-se que possui todas as exigências.

Passo 2:

  • ORGANIZAÇÃO. Chegou o momento de adquirir seu material didático. Alguns candidatos não possuem condições para investir em livros, apostilas, e-books, vídeo-aulas ou até mesmo em cursinhos, mas, se não for o seu caso, ótimo, pesquise a melhor bibliografia/curso e faça o investimento. Caso contrário, a internet é umas das melhores ferramentas para conseguir material de apoio.
  • Após essa longa jornada de obter seu próprio material, pois sabemos que não é fácil, se ainda não o fez, organize tudo nas pastas separadas por matéria. Se comprou livros, mantenha-os próximo ao seu local de estudo, pois a desorganização vai em desencontro a este importante passo. Otimizar o tempo é muito importante.

Passo 3:

  • DESENVOLVIMENTO. Comece seus estudos!!!! Desenvolver significa criar o hábito da disciplina e cumprir diariamente a  meta imposta, custe o que custar.
  • Com o tempo, você notará facilidade em algumas matérias e dificuldades em outras; utilize essa percepção para reprogramar seus estudos, agregando um empenho maior no que você considerar mais difícil.
  • Faça resumos, fichamentos e destaque pontos importantes na matéria, isso facilitará a revisão e ajudará a não perder muito tempo na reta final – véspera da prova.

Passo 4:

  • MOTIVAÇÃO. Somos seres-humanos e com certeza terá momentos de desânimo e vontade de jogar tudo para o alto. Quando isso  ocorrer, tenha em mãos algo que te coloque para cima: um vídeo, uma frase, um telefonema para alguém importante, uma oração, enfim, qualquer coisa que te faça lembrar da importância de se manter firme.
  • Faça uma análise diária da sua evolução, isso lhe proporcionará confiança de que é possível chegar lá. Uma dica: anote a quantidade de acertos e erros nas questões feitas, e uma vez por semana calcule sua evolução. Com toda a certeza, se houver disciplina e honestidade com o seu cronograma de estudos, o crescimento virá e será notado.

A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA DURANTE OS ESTUDOS E NAS REALIZAÇÃO DAS PROVAS

Nós concurseiros devemos saber que a água é uma substância vital para o cérebro. Pessoas que não costumam beber o mínimo necessário de água acabam causando desidratação no cérebro, e mesmo um cérebro pouco desidratado sente dificuldade para funcionar corretamente. Por isso beber água enquanto estuda é importante: ela funciona como um fluído para que o cérebro possa desempenhar seu papel da melhor forma.
Se os estudantes começarem a mudar suas atitudes e cultivarem certos hábitos, o cérebro estará mais preparado para absorver conteúdos.
Beber água pode ajudar o cérebro a trabalhar mais rápido, segundo uma pesquisa da Universidade do Leste de Londres. Os cientistas descobriram que pessoas que tomam 500 ml de água antes e durante as tarefas intelectuais (estudos) têm reações 14% mais rápidas.
E mais: a água diminui na ansiedade. Se toda vez que você quiser assaltar a geladeira enquanto estuda beba água, dessa forma aumentará sua concentração. Diminuirá o aumento de peso e ficará pelo menos 20% a menos ansioso!

– O tempo de reação parece ser ainda maior quando as pessoas têm sede, provavelmente porque a sede tira a atenção das tarefas – explica a psicóloga Caroline Edmonds, líder do estudo. – Há ainda teorias hormonais sobre como a desidratação afeta o cérebro e é possível que a água conserte este desequilíbrio também, já que 80% do corpo é composto por água.
A pesquisa, realizada pelas universidades londrinas de East London e Westminster com 447 estudantes, constatou um desempenho em média 5% melhor nos estudantes que beberam água em comparação com os que não ingeriram líquido.

Um dos autores do estudo, Chris Pawson, da Universidade de East London, disse que consumir água pode ter um benefício psicológico sobre o raciocínio, além de aliviar a ansiedade.


Jackson Ruinho

De Maceió/AL é advogado e concurseiro policial.

jacksonruinho@hotmail.com

Saiba como resolver uma prova CESPE: a possível banca da PF e PRF

Amigos, venho hoje falar da tenebrosa banca CESPE – Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). Ela realizou, nos últimos anos, os concursos da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal e tudo indica que  continuará realizando. Seu estilo exige que o candidato tenha a certeza do que está marcando e penaliza os chutes errados. Abaixo demonstramos, de uma forma simples, como ela funciona, pois alguns candidatos têm o conhecimento suficiente para ser aprovado, mas reprovam por negligenciar sua peculiaridade.

  • As provas, salvo mudanças, possuirá a duração de 5 horas e abordará 120 questões objetivas de Certo “C” ou Errado “E” e 1 texto dissertativo, ou seja, prova objetiva e dissertativa de uma vez só.
  • A cada assertiva errada a banca debitará do candidato uma questão certa, ou seja, se a prova possuir 120 questões e, dessas questões 60 estiverem corretas e 60 incorretas, a nota do candidato na prova objetiva, neste caso, será zero “0”.
  • Marque apenas as questões que tiver certeza, pois no gabarito é permitido deixar as duvidosas em branco.
  • No caso do cargo de Agente da Polícia Federal, a média de aprovação para a próxima fase fica em torno dos 70 a 74 pontos, então, faça a prova com calma e evite os chutes. Atente-se para a prova dissertativa; texto mal elaborado resulta-se em eliminação.
  •  É “anormal”, “muito anormal” gabaritar prova CESPE, dizem que, se alguém fizer isso, o candidato será contratado pela NASA, portanto, não tenha esse objetivo, senão ele poderá te prejudicar.
  • Faça simulados, pois o tempo é muito curto para uma prova objetiva + uma prova dissertativa + o preenchimento do gabarito . Esse estilo de prova também avalia o senso de organização e controle do candidato, contudo, só os preparados conseguirão unir o conhecimento estudado com a forma de resolver a prova.

Objetivo de vida: você tem o seu?

A expectativa pelo edital é grande e a promessa de ser disciplinado maior ainda. Pois bem, o edital saiu e a data da prova também, e agora? Começou os estudos?

Muitos companheiros não conseguem ter a verdadeira disciplina e dispensar boas horas nos estudos diários. O primeiro desânimo começa em ler o edital; muitas páginas, muita informação embaralhada, nada formal, certo?

Depois é descoberta a quantidade do conteúdo que a prova possivelmente abordará! Neste momento o arrependimento de não ter começado antes os estudos bate, verdade ou não? Posteriormente a quantidade de vagas, números de inscritos, ampla concorrência, quantidade de fases e por aí vai. Resumindo, desânimo e falta de autoconfiança, errei?

Não existe uma equação exata para o empenho, mas uma pitada de motivação e conselho ajuda muito. A mensagem de hoje enfoca o que todos os concurseiros necessitam ter: objetivo de vida.

Trace um objetivo para a sua vida. Uma pessoa sem objetivo é como um pássaro sem destino, o mesmo voará até cansar e não chegará a lugar nenhum. Ter um objetivo significa ter uma meta, um propósito, algo que te impulsione todos os dias a superar os obstáculos.

 Se ainda não tem, crie um, isso te ajudará a enfrentar as adversidades da preparação e principalmente da vida.

Por Jonas Leite