Concursos PRF

Concurso PRF 2017: leia entrevista com coordenador de RH da corporação

No que depender da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o concurso para 1.300 vagas de policial rodoviário será aberto muito em breve. O coordenador geral de Recursos Humanos da corporação, Jesus Caamaño, informou à FOLHA DIRIGIDA, durante entrevista exclusiva, concedida em Brasília, que a direção-geral da PRF está empreendendo esforços para que a seleção possa sair do papel o mais rápido possível.

“A direção da PRF está empenhada em fazer acontecer o concurso e a gestão necessária junto ao Ministério do Planejamento”, garantiu Caamaño. Ele lembrou que, desde agosto do ano passado, a corporação já trabalha em uma proposta de edital, enquanto aguarda o sinal verde para a abertura da seleção.

“O concurso 2017 PRF depende da autorização do Ministério do Planejamento, mas nós não podemos aguardá-la para começar a trabalhar. É como o agricultor. Ele semea na esperança de que a semente vai germinar, vai crescer e frutificar. Essa semente nós estamos lançando com todo zelo. Estamos fazendo a análise do edital desde agosto. Enquanto não autorizarem o concurso, nós vamos continuar aperfeiçoando esse edital.”
Após autorização, edital da PRF sai em até três meses

Ele explicou que o pedido de concurso continua sob análise do Ministério da Justiça, para em seguida ser encaminhado ao Ministério do Planejamento, órgão responsável por avaliar o impacto orçamentário e autorizar as contratações. Caso receba o sinal verde para abrir a seleção, ele garantiu que o edital sairá em curto espaço de tempo. “Após a autorização, o edital deverá sair em torno de dois a três meses. Será o tempo necessário para escolher a banca organizadora”, explicou o coordenador geral de Recursos Humanos.

Caamaño confirmou que a PRF tem déficit de 2.500 policiais e demonstrou preocupação em relação ao elevado número de servidores que já reúnem as condições necessárias para se aposentar, ainda mais porque o governo pretende aprovar novas regras com a Reforma da Previdência.

“É questão de matemática. Se somarmos 3.600 servidores que reúnem condições para se aposentar ao déficit de 2.500, cairemos para um quadro de cerca de 7 mil policiais. A situação vai ficar ainda pior, muito mais difícil do que hoje. Nós temos o intuito de avançar na entrega à sociedade, mas para isso a gente precisa de mais pessoal, mais equipamento, tecnologia, investimento. É lógico que se você tirar o pessoal, certamente a viatura não anda sozinha, a abordagem não acontece só com câmeras. O elemento humano é essencial. É difícil fazer uma previsão se a Reforma da Previdência vai acelerar as aposentadorias, mas é algo que faz sentido. Se tenho requisitos implementados e vem uma reforma que eu possa me aposentar sem regras de transição, com a integralidade de salário, isso pode influenciar.”

PRF sofre com carência em todo o país

O coordenador geral de Recursos Humanos informou que a carência de policiais atinge o país inteiro. “Faltam servidores em todos os estados, uns mais que os outros, mas há em todos. Temos hoje um plano de segurança nacional pública que foca muito a segurança em estados de fronteira. Temos também muita demanda em relação ao eixo Rio-São Paulo, em virtude da Rodovia Presidente Dutra, por onde trafega cerca de 50% do PIB do Brasil em mercadorias e riquezas e onde, infelizmente, há uma incidência grande de roubos de cargas. Sendo um órgão nacional, nós precisamos suprir todos os estados. A gente evita falar em regionalismos. Demandas pontuais existem, não negamos, mas a nossa preocupação vai bem além de um estado ou outro”, explicou.

Jesus Caamaño informou que o concurso, caso seja autorizado pelo Ministério do Planejamento, será de caráter nacional e não regionalizado (com edital trazendo vagas específicas por estado). “É um pouco complexo o concurso regional, pois somos uma força de caráter nacional. E o concurso nacional é aquele que mais satisfaz aos interesses do órgão, segundo as políticas públicas e governamentais estabelecidas, para poder lotar o aprovado onde a administração considera necessário”, destacou.

O cargo de policial rodoviário federal tem requisito de formação superior em qualquer área, além de carteira de habilitação, na categoria B ou superior. A remuneração inicial oferecida é de R$9.501,98, já incluindo o auxílio-alimentação, de R$458. Há reajuste aprovado, aumentando os iniciais para R$9.931,57 em 2018 e para R$10.357,88 em 2019. O último concurso para o cargo foi aberto em 2013, tendo sido organizado pelo Cespe/UnB.

Fonte: Folha Dirigida

Por Jonas Leite

PRF irá preparar servidores para realização de concursos

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está em processo de contratação de uma empresa para aplicar a seus servidores um curso sobre técnicas de segurança e eficiência no planejamento, realização e controle de concursos públicos. A iniciativa se soma à formação, no mês passado, de uma comissão para elaborar ainda este ano a minuta de um novo edital de concurso para policial rodoviário federal.

O extrato de dispensa de licitação para a contratação da Con Treinamentos para aplicar o curso foi publico no Diário Oficial da União (DOU) da última quinta-feira, dia 22. Questionada pela FOLHA DIRIGIDA, a PRF confirmou que o curso faz parte do planejamento para um próximo concurso e que o objetivo é o aperfeiçoamento do quadro efetivo do órgão no planejamento, realização e controle de concursos públicos.

A PRF ressaltou que não há previsão de concursos para o cargo de policial rodoviário federal, mas que “reiteradamente encaminha, por meio do Ministério da Justiça, pedidos de abertura de vagas para o cargo ao Ministério do Planejamento”. Sobre os servidores que participarão do curso, afirmou que essas informações são de caráter interno, não sendo repassadas à imprensa.

Déficit e aposentadorias trazem urgência

O órgão tem urgência na realização de um novo concurso para o cargo, tendo em vista o déficit de 2.500 policiais e a previsão de 3.600 aposentadorias até o fim do ano que vem. Atualmente, a PRF possui pouco mais de 10 mil policiais, trabalhando em escala de revezamento, para fazer o patrulhamento dos mais de 75 mil quilômetros da malha rodoviária federal. Além disso, muitos deles estão hoje em atividades administrativas, por conta da falta de servidores específicos do setor.

A PRF chegou a solicitar autorização de concurso este ano, para 1.500 vagas, mas o pedido foi negado em função da suspensão dos concursos no Poder Executivo federal até o fim do ano que vem. Um novo pedido deverá ser feito no próximo ano, com maiores chances de aprovação, uma vez que o preenchimento das vagas se daria a partir de 2018, quando espera-se tenham terminado as restrições à contratação de pessoal impostas pelo governo.

O cargo de policial rodoviário federal tem requisito de ensino superior completo em qualquer área e carteira de habilitação na categoria B ou superior. A remuneração inicial é de R$7.177,91 (incluindo o auxílio-alimentação, de R$458), mas há reajuste acordado com o governo e já previsto na proposta de orçamento para 2017, segundo o Planejamento.

Fonte: Folha Dirigida por Jonas Leite

Pedido para concurso 2016/2017 da PRF avança!!!

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Ótima notícia para quem aguarda o próximo concurso da Polícia Rodoviária Federal. Após a PORTARIA Nº 2734/2016 – CGRH, DE 16 DE AGOSTO DE 2016 – constituir Grupo de Trabalho para elaboração de proposta de novo Edital do Concurso Público para o provimento de cargos de Policial Rodoviário Federal, o Ministério da Justiça movimentou, dia 14/09/2016, o pedido de autorização de concurso. Confira na imagem abaixo o protocolo.

Última prova

A última prova que o DPRF realizou foi aplicada pela CESPE/UnB em 2013. Nesta prova foram cobradas 120 questões objetivas e 1 texto discursivo.

Estatística da prova objetiva

Por Jonas Leite

Concurso PRF próximo: Portaria define Grupo de Trabalho para elaborar o próximo edital

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Portaria define Grupo de Trabalho para elaborar o próximo edital para Polícia Rodoviária Federal. Ainda com dúvidas em começar os estudos?

PORTARIA Nº 2734/2016 – CGRH, DE 16 DE AGOSTO DE 2016

Constitui Grupo de Trabalho para elaboração de proposta de novo Edital do Concurso Público para o provimento de cargos de Policial Rodoviário Federal.

O COORDENADOR-GERAL DE RECURSOS HUMANOS DA POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 41 do Regimento Interno da Polícia Rodoviária Federal, aprovado pela Portaria nº 1.375, de 02 de agosto de 2007, do Senhor Ministro de Estado da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 06 de agosto de 2007;

CONSIDERANDO as competências estabelecidas no art. 20 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997,bem como no Decreto nº 1.655, de 03 de outubro de 1995;

CONSIDERANDO os Objetivos Estratégicos da Polícia Rodoviária Federal de “Adequar o quadro de pessoal às necessidades – OE15” e “Prover meios e infraestrutura adequada ao desempenho as atividades – OE20”;

CONSIDERANDO a necessidade de análise dos editais de concursos anteriores, de levantamento de óbices à realização de etapas de concursos públicos e mapeamento de vulnerabilidades apontadas nas diversas ações judiciais com objetivo de efetuar ajustes e aprimorar procedimentos relativos ao certame;

CONSIDERANDO a proposta do Senhor Coordenador-Geral de Recursos Humanos de realização de estudos e intercâmbio da PRF com outras instituições a fim de adequação à legislação referente aos concursos públicos, especialmente quanto ao Decreto nº 3.298/99 e a Lei nº 12.990/14.

RESOLVE:

Art. 1º Constituir Grupo de Trabalho no âmbito da Policia Rodoviária Federal, com sede na cidade de Brasília, no Distrito Federal.

Art. 2º Designar os servidores abaixo relacionados para comporem o Grupo de Trabalho, sendo a presidência exercida pelo primeiro e, em suas ausências e impedimentos, pelo segundo servidor:

I – LUCIANO EDGAR MACHADO, matrícula nº 1534776;

II – ROSEMBERG ALVES DE MEDEIROS, matrícula nº 1069267;

III – LUCIANO NOGUEIRA DE ALMEIDA VIEIRA, matrícula nº 2194482;

IV – RICARDO TEIXEIRA, matrícula nº 1072769 e;

V – CIDENOR GUERRA DE OLIVEIRA, matrícula nº 1301458.

Parágrafo único. O Grupo de Trabalho ficará vinculado à Coordenação-Geral de Recursos Humanos, que estabelecerá as diretrizes de funcionamento, podendo, inclusive, determinar a formação de Subgrupos de Trabalho.

Art. 3º. O Grupo de Trabalho deverá apresentar como produto final a proposta (minuta) de edital para o provimento de cargos de Policial Rodoviário Federal, cabendo ao Coordenador-Geral de Recursos Humanos fixar outras entregas cuja necessidade seja constatada no desenvolvimento das atividades.

Art. 4º O Grupo de Trabalho deverá concluir suas atividades até 30 de novembro de 2016, podendo o prazo ser prorrogado por mais 30 dias.

Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

ANTONIO PAIM DE ABREU JUNIOR
Coordenador-Geral de Recursos Humanos

Concurso público não pode eliminar candidato com tatuagem, decide STF


O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (17) proibir que órgãos públicos excluam dos concursos seletivos candidatos que possuam tatuagens. Pela decisão, só poderá haver algum tipo de restrição caso o desenho expresse incitação à violência, por exemplo.
O julgamento analisou o recurso de um candidato que foi desclassificado em um concurso para bombeiro militar em São Paulo. No exame médico, foi encontrada uma tatuagem tribal de 14 centímetros em sua perna direita.
O edital do concurso previa que não seria admitido candidato que tivesse tatuagem que atentasse contra “a moral e os bons costumes”, que não tivesse “dimensões pequenas”, que cobrisse partes inteiras do corpo — como a face, o antebraço, mãos ou pernas — ou que ficassem visíveis quando se usassem trajes de treinamento físico.

Por 7 votos a 1, os ministros decidiram proibir tal tipo de exigência. Pela decisão, só poderá haver alguma restrição se o conteúdo da tatuagem violar “valores constitucionais”. Isso incluiria, por exemplo, incitação à violência, grave ameaça a outra pessoa, discriminação ou preconceito de raça e cor ou apologia da tortura e terrorismo.
O resultado do julgamento deverá ser seguido pelas demais instâncias judiciais ao analisarem casos semelhantes.

“Um policial não é melhor ou pior por ser tatuado […] O fato de o candidato, que possui tatuagem pelo corpo, não macula por si, sua honra profissional, o profissionalismo, o respeito às instituições e muito menos diminui a competência”, afirmou no julgamento.

Mais à frente, o ministro elencou situações em que caberia algum tipo de restrição, levando em conta a natureza do cargo público pretendido.

“A tatuagem, desde que não expressa ideologias terroristas, extremistas, contrária às instituições democráticas, que incitem violência, criminalidade ou incentivem a discriminação ou preconceitos de raça, sexo ou outro conceito, é perfeitamente compatível com o exercício de qualquer cargo público”, disse.

Ao concordar com Fux, o ministro Luís Roberto Barroso disse que o Estado não pode impor nem proibir tatuagens nas pessoas. Depois, deu outros exemplos do que poderia ser motivo para desclassificar um candidato em concurso público.

“Acho que tatuagem é uma forma de expressão e portanto somente se pode impor como regra geral às tatuagens as restrições que se podem impor à liberdade de expressão, que são poucas. Se o sujeito tiver uma tatuagem ‘morte aos gays’, ‘queime um índio hoje’ ou alguma outra derrota do espírito, certamente eu acho que você pode reprimir”, afirmou.

O único ministro a divergir no julgamento foi Marco Aurélio Mello. Para ele, as regras do concurso eram claras quanto às limitações para as tatuagens.

“As regras do concurso, se razoáveis, devem sim ser respeitadas. […] Não se trata de concurso qualquer, mas para qualificar-se soldado do corpo de bombeiros militar do estado de São Paulo. Se formos à constituição federal, vamos ver que polícias militares e corpos de bombeiros são auxiliares das Forças Armadas, reservas do Exército brasileiro”, afirmou.

A mesma linha havia sido adotada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) quando negou o recurso do candidato contra a desclassificação. Os desembargadores paulistas argumentaram que a restrição estava “expressamente prevista” no edital e que quem tinha tatuagem estava ciente da limitação.

O TJ-SP também considerou que a disciplina militar implica respeito às regras e que o descumprimento da proibição levaria o candidato a iniciar mal sua relação com o serviço público.

Fonte: G1

PF e PRF estão entre carreiras com maior déficit de pessoal. Concursos muito em breve!!!

Maria Tereza Sombra, diretora executiva da Associação Nacional de Apoio e Proteção aos Concursos (Anpac) há 11 anos, avalia que o país está em um momento crítico no que diz respeito ao funcionalismo público. “Se não houver certames, o país vai fechar para balanço, vai ser um pânico geral. Quem vai sofrer o prejuízo é a população brasileira. Em alguns órgãos, não dá para esperar até 2018”, alerta. “A Dilma cortou concursos há dois anos. Estamos numa situação gravíssima, principalmente no Banco Central, no Banco do Brasil, na Polícia Federal, na Polícia Rodoviária Federal, na Receita Federal e nas agências reguladoras”, comenta. A necessidade de contratação é reiterada por representantes de associações de trabalhadores.

Segurança em crise


Fundamentais para garantir o bem-estar do país, as polícias se encontram em situação crítica e demandam, além da reposição de vagas, a criação de postos. Para as duas corporações federais, as posições criadas pelo Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 38/2016 vieram bem a calhar. O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luís Boudens, observa que a instituição sofre de carência de agentes (o quadro atual é de 7 mil) e de servidores do quadro administrativo (que somam 3 mil), apesar de ter delegados (são 1,6 mil) em demasia. “Essa área ficou abandonada muito tempo, mas temos uma extensa faixa de fronteira, além de portos e aeroportos, para cuidar. Estamos numa proporção absurda de um delegado para três agentes (que são os profissionais que fazem fiscalização e investigação) — sendo que, no passado, chegou a ser de um para 12. Para escrivães (que hoje são 1,7 mil) e peritos (1,1 mil), a demanda também é muito alta.”

O deficit é causado por motivos como rotatividade e priorização de concursos de delegados. “O FBI (Federal Bureau of Investigation), dos Estados Unidos, tem 25 mil agentes só na parte técnica; a Argentina também tem perto de 25 mil policiais federais, sendo muito menor que o Brasil”, compara ele que acredita que seria necessário contratar pelo menos mais 6 mil agentes. “Não temos opinião formada sobre o PLC 38/2016. Deveria ser algo para tranquilizar a categoria, mas o cenário atual não nos empolga. Mesmo assim, pela necessidade, acredito que terão que aprovar algum concurso em 2017”, afirma Boudens que acredita que a quantidade de policiais federais enviados para garantir a segurança dos Jogos Olímpicos Rio 2016 não será suficiente e ainda deixam desfalcadas áreas de fronteiras de onde os profissionais foram tirados. “Você cobre a cabeça e descobre os pés. Além disso, a população sai prejudicada porque as investigações estão enfraquecidas, e os criminosos se aproveitam desse momento.”

Deolindo Paulo Carmel, vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais
(FenaPRF)
, tem entendimento parecido. “A fronteira está fragilizada e, segundo os próprios órgãos fiscalizadores, a segurança das olimpíadas não funcionará como deveria”, aponta. “Temos previsão legal de 13.098 vagas e contamos com um quadro de 10.290. Isso não quer dizer que não precismos de mais que essa quantia. O TCU (Tribunal de Contas da União) avaliou que o ideal seriam 16 mil funcionários.” Carmel crê que será aberto concurso para o órgão antes de 2018. “Trabalhamos em prol de sensibilizar o governo interino sobre essa necessidade, e o certame poderia ser autorizado este ano. Por mais que estejamos em crise, é preciso entender que investir em policiais é investimento e não gasto.”

Para ele, o acordo ao redor do PLC nº 38/2016 não é inusual. “Em muitos momentos, o Poder Legislativo não quer se destacar como o que impede concursos ou outras melhorias para a população e apela para o veto presidencial. Isso aconteceu muito no governo Dilma também”, afirma.

Garanta o seu simulado para Escrivão da Polícia Federal

Fonte: Correio Web

Saiba como resolver uma prova CESPE: a possível banca da PF e PRF

Amigos, venho hoje falar da tenebrosa banca CESPE – Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). Ela realizou, nos últimos anos, os concursos da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal e tudo indica que  continuará realizando. Seu estilo exige que o candidato tenha a certeza do que está marcando e penaliza os chutes errados. Abaixo demonstramos, de uma forma simples, como ela funciona, pois alguns candidatos têm o conhecimento suficiente para ser aprovado, mas reprovam por negligenciar sua peculiaridade.

  • As provas, salvo mudanças, possuirá a duração de 5 horas e abordará 120 questões objetivas de Certo “C” ou Errado “E” e 1 texto dissertativo, ou seja, prova objetiva e dissertativa de uma vez só.
  • A cada assertiva errada a banca debitará do candidato uma questão certa, ou seja, se a prova possuir 120 questões e, dessas questões 60 estiverem corretas e 60 incorretas, a nota do candidato na prova objetiva, neste caso, será zero “0”.
  • Marque apenas as questões que tiver certeza, pois no gabarito é permitido deixar as duvidosas em branco.
  • No caso do cargo de Agente da Polícia Federal, a média de aprovação para a próxima fase fica em torno dos 70 a 74 pontos, então, faça a prova com calma e evite os chutes. Atente-se para a prova dissertativa; texto mal elaborado resulta-se em eliminação.
  •  É “anormal”, “muito anormal” gabaritar prova CESPE, dizem que, se alguém fizer isso, o candidato será contratado pela NASA, portanto, não tenha esse objetivo, senão ele poderá te prejudicar.
  • Faça simulados, pois o tempo é muito curto para uma prova objetiva + uma prova dissertativa + o preenchimento do gabarito . Esse estilo de prova também avalia o senso de organização e controle do candidato, contudo, só os preparados conseguirão unir o conhecimento estudado com a forma de resolver a prova.

Concurso PRF – Últimas notícias

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Salve, salve, amigos e amigas, tudo bem?

A postagem de hoje é uma compilação de informações sobre o concurso da Polícia Rodoviária Federal – PRF

Resumiremos aqui recentes informações sobre o concurso previsto, dados estatísticos da última prova aplicada em 2013 e algumas dicas de preparação.

 Últimas notícias

  • Dia 04/11/2015

Neste dia ocorreu uma audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília, para debater a fiscalização nas fronteiras brasileiras e a importância dos efetivos da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Receita Federal nessas ações. A audiência foi proposta pelo deputado federal Valtenir Pereira (Pros/MT) e será realizada na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC). O debate ocorre após uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) constatar que PF, PRF e Receita não possuem servidores suficientes para atuar no combate à criminalidade nas fronteiras, aumentando a vulnerabilidade da região. O tribunal apontou omissão do poder público e afirmou que a falta de pessoal é resultado, entre outros, da reduzida realização de concursos nos últimos anos.

Foram pedidas 5 mil vagas para a Receita, sendo 3 mil de analista-tributário e 2 mil de auditor-fiscal; 1.500 para a PRF, no cargo de policial rodoviário federal; e 558 para a PF, das quais 491 para delegado e 67 para perito. As remunerações iniciais dos cargos, todos de nível superior, variam de R$7.092,91 a R$17.203,85.

  • Dia 27/05/2016

Foi publicado no Diário Oficial da União uma  alteração  no artigo 99 da  Lei 13.242 (LDO) que restringia a realização de concursos em 2016. Alguns cargos foram excepcionados e o de Policial Rodoviário Federal é um deles.

Última prova

A última prova que o DPRF realizou foi aplicada pela CESPE/UnB em 2013. Nesta prova foram cobradas 120 questões objetivas e 1 texto discursivo.

Estatística da prova objetiva

Dicas de estudos

Começando agora??? 4 passos vencedores que te orientará desde a definição do cargo até o início dos estudos.

Ciclo de simulados PRF

Olá, amigos e amigos, como vão?

Após o sucesso dos simulados para o cargo de Escrivão da Polícia Federal, o blog tem o enorme prazer de apresentar o Ciclo de Simulados para o concurso da Polícia Rodoviária Federal. Existe grandes chances de ser autorizadas 1500 vagas para o cargo de Policial Rodoviário Federal ainda este ano. Dentre todos os concursos policiais “expressivos”, este é o mais certo de ser realizado, tendo em vista a pressão junto ao Ministério do Planejamento.

Sabemos que não basta apenas sonhar ou querer fazer parte da PRF, é necessário muita dedicação, disciplina e principalmente, uma ótima preparação. 

Resolver simulados com questões anteriormente aplicadas pela banca é crucial para ser aprovado. Ele auxilia na simulação de uma prova real e possibilita mapear matérias que necessitam de um enfoque maior no cronograma de estudos.

O nosso ciclo é composto de 4 Simulados + Gabaritos + Fórum de discussões + Correção e Análise da prova + Gestor de Aprovação.