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O fracasso não ocorre por acaso

Muitos textos que lemos por aí falam sobre o sucesso. Sobre as vitórias de grandes homens e mulheres da história. Isso é natural, afinal, as pessoas querem crer que o mundo é um lugar bom e justo, que nada de mal vai lhes acontecer e que todos os sonhos são tangíveis. Convenhamos, sonhar é necessário! O homem só pode criar aquilo que tenha imaginado algum dia.

No entanto, permitam-me retirá-los deste devaneio por um instante e dar lhes um pequeno choque de realidade. Antes de ter sucesso, é muito provável que você vá fracassar.

Sim! É uma verdade dura e cruel. Mas quase todos os homens e mulheres bem-sucedidos da história tem fracassos em sua biografia. Praticamente todo candidato aprovado em concurso, já foi reprovado em um ou mais momentos anteriores. E é por isso que hoje eu vim falar de fracassos.

Na minha vida, os meus grandes exemplos sempre foram pessoas persistentes. Mas eu não tinha parado analisar olhar para os insucessos delas. Não que a ideia de fracasso em si fosse relevante. Mas essas aparentes derrotas e obstáculos foram cruciais na guinada que essas pessoas deram em suas vidas. Foi então que pude ver o papel relevante deles para forjar a persistência que eu tanto admirava nesses homens e mulheres. Escolha o personagem que quiser e investigue. Ele fracassou!

Listei aqui alguns poucos com algumas histórias conhecidas, apenas para reforçar a minha ideia.

Todo mundo conhece a Disney, certo? Fundada em 1923 pelo grande sonhador Walt Disney é o segundo maior conglomerado de mídia e entretenimento do planeta e um fenômeno da TV e do cinema. Mas, o que nem todo mundo sabe é que, muito antes de o Mickey ser criado, Sr. Walt Disney foi demitido de seu trabalho em um jornal por sua “falta de imaginação e boas ideias“. Difícil imaginar isso nos dias de hoje, mas é um fato!

E por falar em animação e cinema. Todo mundo sabe que Steve Jobs foi o criador da Pixar. O que algumas pessoas não sabem, é que a história de como a Pixar foi criada começa com a demissão de Steve Jobs da companhia que ele próprio fundou, a Apple. Empresa está para a qual ele foi recontratado anos depois e revolucionou o mundo tecnológico em que vivemos.

Vocês também devem conhecer a série “Harry Potter”. Mas você sabia que a autora do livro, Joanne Rowling (ou J. K. Rowling), apresentou o primeiro livro da sequência, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, a oito editoras diferentes antes de conseguir publicá-lo. Mas, apesar deste obstáculo, obra conta hoje com mais de 120 milhões de cópias comercializadas.

Fábio Branda, juiz do TRT-2, foi reprovado em 43 concursos, antes de ser aprovado. Da pra imaginar? O famoso juiz William Douglas foi reprovado em 6 concursos antes de ser aprovado como juiz. Não o bastante, quebrou 12 empresas antes de obter sucesso como empreendedor e escritor. Em suas palestras, ele costuma dizer que “ o sucesso e o fracasso, nunca são pessoas. São situações”

São tantos fracassos…poderia citar inúmeros outros aqui, mas mataria vocês de tédio antes de chegar à metade rsrs.

O que importa é que, nas palavras do grande escritor Charles Dickens (autor da obra Oliver Twist):

“Cada fracasso ensina ao homem algo que ele precisava aprender”.

Então, se você fracassou, anime-se! Essa é a prova de que você está tentando.

Então, chore, grite, corra… faça seu ritual da superação, seja ele qual for. Curta 24 horas de “fossa”, prorrogáveis por mais 24. Contudo, ao vencer o prazo das 48 horas de auto piedade ( não deixe passar disso pra não virar drama), recobre o bom senso e firme esse toco!

Reveja sua estratégia, avalie seus erros (tanto nos estudos, quanto na prova), seja honesto e justo consigo mesmo. Responsabilize-se por aquilo que te prejudica, pela procrastinação, pelas horas nas redes sociais, pelas distrações, a ansiedade, a falta de autocontrole e de disciplina. Faça todas as reflexões que precisar fazer!

Quando tiver terminado de reajustar a rota e retomado o leme, sacuda essa poeira, levante a cabeça e, por favor, SIGA EM FRENTE! Rumo ao grupo dos vencedores, jamais para trás, em direção ao grupo dos derrotados.

E por favor, não se esqueça: É VOCÊ QUEM MANDA NESSA PORRA!

“Errei mais de 9.000 cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo… e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso.” Michael Jordan.

Por Mari

PEC 308: PROPOSTA QUE CRIA AS POLÍCIAS PENITENCIÁRIAS FEDERAL E ESTADUAL

Em comissão geral sobre o sistema carcerário brasileiro, no Plenário, deputados e agentes penitenciários pediram a votação de proposta que cria a polícia penitenciária. 

A transformação do agente penitenciário em polícia penal foi o principal ponto discutido na comissão geral sobre o sistema prisional brasileiro, realizada nesta terça-feira (4) na Câmara dos Deputados. Agentes, procuradores de Justiça, delegados e deputados presentes ao debate defenderam a aprovação pela Casa da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 308/04, que cria as polícias penitenciárias federal e estadual. O objetivo é liberar as outras polícias, como a civil e a militar, das atividades carcerárias. O texto está pronto para entrar na pauta do Plenário.

“É lamentável que, por falta de informações, os agentes sejam chamados de carcereiros. Vocês serão polícia de direito e serão incluídos na Constituição”, afirmou o deputado Lincoln Portela (PRB-MG), que sugeriu o debate e é presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Agentes Penitenciários.

Segundo o procurador de Justiça de São Paulo Márcio Sérgio Christino, a PEC 308 merece apoio porque o agente penitenciário seria “a coluna sobre a qual repousa o sistema penitenciário”. “Ele tem de ter condições de realizar sua missão. Isso é a base de qualquer reforma no sistema”, declarou.

O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luís Antônio Boudens, acrescentou que a PEC 308 é uma dívida que o Congresso e o Poder Executivo têm para com os trabalhadores do sistema penitenciário. Na avaliação de Boudens, a valorização da categoria é necessária para que não se permita que “aventureiros façam parte desse setor da segurança pública”.

O deputado Cabo Sabino (PR-CE) disse não entender como uma categoria que toma conta de tudo dentro do presídio pode não ser considerada segurança pública. “Nós temos que ter uma polícia penal no País. É uma questão técnica que vai trazer ganho real para a sociedade.”

Previdência
Outro ponto mencionado pelos agentes penitenciários foi a reforma da Previdência. A categoria vê com preocupação a proposta em análise na Câmara, em razão de ela acabar com a aposentadoria especial para atividades de risco.

“O agente já tem uma vida muita curta. Se tivermos a reforma da Previdência e nós formos encaixados, com certeza será o fim”, comentou o presidente da Associação dos Agentes de Segurança Penitenciária de São Paulo (Aaspesp), Cicero Felix de Souza.

O diretor executivo do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná, José Roberto das Neves, também se mostrou preocupado com a questão. Os agentes, afirmou, estão doentes e muitos tomam remédios controlados. “É preciso pensar na saúde, na qualidade de vida e nas condições de trabalho desses servidores”, defendeu.

Desencarceramento
Alguns participantes do debate discutiram ainda a superlotação dos presídios brasileiros e apoiaram medidas como o desencarceramento em massa de presos que já cumpriram pena ou que cometeram crimes de pequeno potencial ofensivo.

O presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, Cristiano Avila Maronna, acredita que a crise do sistema prisional nunca se resolverá se o número de presos não diminuir. Ele sugeriu alterações na legislação sobre drogas, a fim de reduzir o encarceramento no Brasil. “O fato de não haver distinção entre usuários e traficantes faz com que muitos usuários sejam encarcerados como se traficantes fossem”, exemplificou.

Os advogados Natália Damazio e Gabriel Carvalho de Sampaio lamentaram que hoje a população carcerária seja composta em sua maioria por jovens negros e pobres. “Precisamos de uma nova política policial e penitenciária. As pessoas estão sendo presas na periferia, quando não mortas e assassinadas. A solução é resolver esse problema com mais encarceramento?”, questionou Sampaio.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

PEC-308/2004

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Agência Câmara Notícias , via Saga Policial

Por Jonas Leite

Nunca deixe sua arma sobre a porra da mesa!

Para variar, as informações são desencontradas. Entretanto, o que se sabe, com certeza, é que a morte do policial civil K.C.L. (35 anos) foi uma tragédia. Lotado na Delegacia de Homicídios e Entorpecentes de Patos/PB, o colega foi atingido na cabeça por um tiro disparado pelo criminoso E.B.D.

As informações a seguir são trechos adaptados de artigos publicados na internet sobre o acontecimento que vitimou mais um policial brasileiro. Em que pese a ação do criminoso, os erros que permitiram a morte do policial não podem ser creditados apenas ao assassino. Afinal, todas as tragédias são o resultado de erros conhecidos: a imprudência, a imperícia e a negligência. São erros que corroem lenta e impiedosamente o comportamento do policial até o momento em que ele ou alguém próximo sofra as consequências (erros e mortes evitáveis).

Um fato grave foi registrado no final da manhã deste domingo, dia 29, na cidade de Patos/PB. O policial civil K.C.L. foi morto com um tiro na cabeça por volta de 11h. O crime aconteceu dentro da Delegacia de Homicídios. O acusado do disparo estava detido após ser preso pela Polícia Rodoviária Federal. Mesmo ALGEMADO, O PRESO PEGOU A ARMA QUE ESTAVA SOBRE A MESA do delegado e efetuou o disparo. O tiro atingiu o policial civil que teve morte imediata. O preso sofreu também um disparo feito por um dos policiais, não resistiu e morreu minutos depois. (Radar Sertanejo).

De acordo com informações de policiais que estavam no local, o bandido estava sendo ouvido, quando teria TOMADO UMA ARMA QUE ESTAVA EM CIMA DA MESA e atirou contra o agente K.C.L., que ia entrando na sala no momento. O tiro atingiu a cabeça do policial que morreu na hora. Os colegas reagiram e chegaram a atirar contra o assaltante que acabou morrendo logo em seguida. Policiais informaram que o bandido ESTAVA ALGEMADO NO MOMENTO DO CRIME COM AS MÃOS PARA FRENTE. A ação foi rápida e intempestiva e pegou todos de surpresa. Porém, a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública ainda não confirmou a versão dos fatos. Ainda não foi informado quem estava na sala no momento do crime nem tampouco a versão oficial para os fatos. A Secretaria de Segurança Pública não confirmou se a arma era a do delegado que estaria em cima da mesa. (Claudio P. Aguiar).

Os dois presos estavam na sala do delegado para os procedimentos de praxe quando E.B.D. MESMO ALGEMADO PEGOU A ARMA QUE ESTAVA SOBRE A MESA e efetuou o disparo que atingiu o policial civil. (Arlete Santos).

A assessoria da secretaria destacou que a arma que o preso usou para atirar NÃO ERA A DO AGENTE QUE FOI MORTO E QUE O POLICIAL NÃO FOI DESARMADO. A assessoria também não confirmou se o preso estava algemado no momento. (G1).

O suspeito era um bandido de alta periculosidade, com ligações com o PCC paulista. Ele foi preso ontem e estava no presídio até hoje pela manhã, quando o pessoal da Homicídios foi buscá-lo para interrogatório. O problema aconteceu dentro da delegacia, quando o suspeito ENTROU EM CONFRONTO COM OS POLICIAIS E CONSEGUIU PEGAR UMA ARMA e matar o agente. “O que iremos apurar é se o suspeito estava algemado, que seria o procedimento padrão, e como ele teve acesso a arma”. (Portal Correio).

Pelo menos na teoria, é de se esperar que todo policial seja um perito em armas de fogo. Assim, a imperícia seria eliminada da equação. Considerando que uma arma não é um brinquedo, uma peça decorativa ou uma ferramenta para leigos, as regras de segurança impõem comportamentos para eliminar (ou diminuir) os casos de imprudência e negligência. E o motivo é muito simples: armas são perigosas quando não são manejadas ou usadas adequadamente e podem facilmente ferir ou matar alguém. De modo geral, um projétil de pistola viaja a 330 m/s (ou 1.188 km/h) e isso significa que não há uma segunda chance com uma arma de fogo.

As regras de segurança são as seguintes, basicamente:

  • Sempre trate sua arma como se ela estivesse carregada;
  • Sempre mantenha sua arma apontada para uma direção segura;
  • Somente aponte sua arma para onde pretenda atirar;
  • Mantenha seu dedo estendido ao longo da arma até que esteja realmente apontando para o alvo e pronto para o disparo;
  • Sempre mantenha o dedo fora do gatilho ao sacar ou coldrear uma arma;
  • Certifique-se do seu alvo e o que está além dele;
  • Certifique-se do que está a sua volta;
  • Nunca deixe sua arma de forma descuidada ou fora do alcance.

Enquanto as notícias informaram que o criminoso, mesmo algemado, conseguiu pegar uma arma sobre a mesa no interior da delegacia, a Secretaria de Defesa Social era a única que parecia não ter informações concretas (se o preso estava algemado, se ele foi deixado sozinho, a quem pertencia a arma usada no crime e onde ela estava localizada). Pode ser que os acontecimentos daquela manhã jamais sejam esclarecidos da forma como ocorreram. Não digo isso com o propósito de punir o dono da arma, já que a morte do colega é uma punição eterna, mas com o objetivo de que os erros possam ser avaliados como forma de aprendizado e prevenção. 

Como mencionei no início, tragédias raramente são ocorrências abruptas, silenciosas e invisíveis. Então, existe uma delegacia de polícia, um criminoso perigoso e experiente algemado para frente, uma arma de fogo sobre a mesa e uma sala vazia (conforme noticiado na imprensa). Tudo isso se uniu no instante em que o colega entrou na sala, segundo um dos relatos. O resultado poderia ter sido pior, não fosse a reação dos demais policiais armados.

Delegacias, quartéis, viaturas policiais, presídios e locais de crimes são lugares onde policiais e criminosos se deparam e estão desconfortavelmente próximos. É imperativo que os delinquentes sejam corretamente algemados; que os policiais mantenham alguma distância; que armas de fogo e outros instrumentos (como grampeadores, estiletes, furadores de papel, canecas, garrafas, canetas, etc.) estejam fora do alcance; que todos os policiais estejam atentos e em condições de agir de forma menos letal ou mais letal, se a necessidade diante do perigo e das ações do criminoso assim exigir.

Com tudo contribuindo para o desastre durante o trabalho, é de se esperar que o policial também compreenda que uma arma de fogo deve estar sempre com ele, onde quer que vá. Armas não devem ficar dentro do carro, da gaveta, do armário, sobre uma mesa ou fora do alcance. E a foto que ilustra este artigo já demonstra o que eu quero dizer. Um preso pode ter sido submetido a uma busca pessoal malfeita (Confresa/MT); a delegacia pode ser atacada e invadida por quadrilhas em busca de armas e drogas apreendidas (Pirapora/MG); um policial pode decidir tirar a própria vida, mas não sem antes matar um colega (Rondonópolis/MT); um ladrão pode entrar no prédio, passar pela recepção e, sorrateiramente, furtar a carteira civil de um colega (no térreo), uma arma dentro do armário na sala de outro policial (no primeiro andar) e um colete sobre a cadeira no gabinete de outro policial (no segundo andar), depois utilizar esse aparato para fechar o trânsito numa das mais importantes avenidas da região e assaltar um comerciante que transportava uma quantia em dinheiro (Belo Horizonte/MG).

Portanto, quando as coisas saírem dos trilhos é importante estar em condições de lutar, defender os colegas e a si mesmo. E isso vai ser feito com uma arma de fogo, que deve estar na cintura e num coldre de qualidade ou nas mãos do dono, mas nunca ao alcance do bandido.

Fonte: http://comunidadepolicial.blogspot.com.br/

Humberto Wendling é Agente Especial, Professor de Armamento e Tiro da Polícia Federal e autor do livro Autodefesa Contra o Crime e a Violência – Um guia para civis e policiais, 2ª edição.

 

Por Jonas Leite

Desafiando demônios: relato de uma futura Perita Criminal Federal

A gente passa a vida ouvindo a pessoas dizerem que “somos capazes de chegar onde queremos”, que “nós somos nossos maiores inimigos”. De certo modo, até entendemos o que isso quer dizer, mas a grande maioria não compreende a real extensão dessas verdades. Digo isso, por que eu fiz parte desta maioria.

FIZ! NÃO FAÇO MAIS!

Entenda: qualquer um pode correr uma maratona, ou fazer um triátlon. Qualquer um pode ganhar uma medalha de ouro nas olimpíadas, e digo mais, QUAL QUER UM PODE PASSAR NA PF. Juro, pergunte quem passou? Quantos deles eram os mais inteligentes? Vejam quantas histórias de superação estão por trás das vidas dos aprovados.


“Sabe por que você é seu maior inimigo? Por que você é o único que diz o que pode ou não fazer”


Bom! Sabemos que muitos queriam ter esses “títulos” na sua vida. Mas quantos realmente estão dispostos a pagar o preço? Quantos realmente vão abrir mão do bar, das festas com a turma, das baladas, dos jogos do timão? Quantos vão abrir mão das coisas para acordar cedo pra treinar ou estudar e passar horas, dias e até anos assim? Quantos deixam relacionamentos de lado, rompem laços e entram em conflito pra viver esse sonho? E, principalmente, quantos acreditam que são capazes e aceitam o desafio interno de vencer a si mesmos?

São poucos os que têm essa coragem, essa determinação!!!!

Sabe por que você é seu maior inimigo? Por que você é o único que diz o que pode ou não fazer. É o único que pode realmente transpor aquela barreira que você criou para si mesmo.

Verdade seja dita: Todos nós temos demônios internos, como medo, insegurança, ansiedade, derrota, falta de incentivo…, mas pra chegar lá, precisamos vencer a batalha contra nossa mente. Pra mim, essa prova de PCF (Perito Criminal Federal) representa meus grandes demônios. Treinar e estudar pra essa prova sempre foram coisas que não me considerava capaz. Mas sei que tenho que vencer essas etapas pra chegar onde quero, não tem atalho.


“Mas, sejamos francos! Não se pode esperar que algo extraordinário aconteça se você não fizer a sua parte”


Comecei a estudar há um bom tempo, mas passei muito tempo me enganando. Eu não estava realmente me testando, vencendo meus medos e derrubando as barreiras que eu mesma coloquei no caminho.
Mas, sejamos francos! Não se pode esperar que algo extraordinário aconteça se você não fizer a sua parte. Se você quer que chova, tem que deixar o campo arado para receber a água. Caso contrário, mesmo que a chuva venha, ela terá um terreno infértil para molhar. Então de nada vai adiantar.


“Acredite, você PODE chegar a qualquer lugar se pagar o preço da jornada”


Por isso, depois de muito me sabotar e dizer pra mim mesma “que não sou capaz”, “que não ia dar certo”, eu resolvi colocar atitude no lugar das minhas desculpas e começar a me desafiar, a enfrentar meus demônios. Foi então que eu comecei a arar e adubar a minha terra para receber a chuva.
Acredite, você PODE chegar a qualquer lugar se pagar o preço da jornada. Uma maratona começa com um passo. Cansa, dói, leva tempo e isso é frustrante, eu bem sei. Mas cada passo dado na direção da linha de chegada é um passo a mais perto do seu sonho. Todos os Km corrido, cada treino, barra, simulado, resumo, cada lei. Tudo é relevante! Tudo faz parte do processo e não dá pra encurtar a viagem.

Por enquanto, ainda não choveu por aqui. Mas, quando soarem os trovões e a notícia de chuva chegar à minha instância, a água vai encontrar a minha terra arada, adubada e preparada pra dar frutos.

E você, já se preparou para a chuva?

Fonte: http://maciodaro.blogspot.com.br/ o Blog da nossa futura Perita Criminal Federal Mari

Por Jonas Leite

Vc tem medo?

 

Olá… aqui é o Coach Fernando Odnanref

Vc tem medo?
Vc sabe o que é medo?
Quer saber como eliminar o medo?

Jovem, eu tenho 20 anos na PF, já passei por situações que me fizeram passar um filme na minha cabeça em frações de segundos.
Posso te dizer com toda certeza do mundo, a melhor coisa do mundo é ter medo. A pior coisa é não saber como controlá-lo!
Medo todos nós temos. A diferença é saber transformar isso numa coisa que te ajuda a chegar lá. Quer uma dica, um Bizu Federal para isso?

Medo é tão somente a não aceitação da incerteza.
Incerteza que te faz pensar no insucesso, na reprovação, na critica alheia ao seu suposto fracasso, que te faz pensar que você pode menos que realmente você pode.

A rigor, tudo no mundo é incerto e a única certeza é a morte. Duvido alguém ter a certeza, sequer, que estará vivo ao amanhecer! Assim, se você aceitar a incerteza (algo natural a tudo, menos à morte), seu medo se torna uma deliciosa aventura.

Vai por mim. Aceite a incerteza e curta sua caminhada.
Tudo será melhor, e o que seria um motivo de dor e sofrimento (os estudos), vira uma linda aventura, algo que te dará orgulho de contar daqui a alguns dias.

Assista esse vídeo no meu canal para ver se o que eu falei faz sentido.

OBRIGADO!
Porque você não é o que aconteceu com você. 

Você é quem escolheu se tornar!

Pense nisso!

Prof. Fernando Odnanref
Coach Alta Performance 
@agentefederalfernando

Fonte: http://maciodaro.blogspot.com.br (blog da Mari)

Por Agente Federal Humberto

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Assertividade é um substantivo feminino que expressa a qualidade do que é assertivo, afirmativo ou positivo.

A palavra assertividade deriva de “asserto”, que significa uma proposição decisiva. Uma pessoa que demonstra assertividade é autoconfiante que não tem dificuldades em expressar a sua opinião.


Ser uma pessoa assertiva significa ser firme com o propósito de manter-se seguro. Funciona quando você defende seu espaço (mental e físico) sem recuar e sem agredir alguém; quando você se sente bem ao dizer sim ou não; quando você sabe que não precisa dar satisfações a todas as pessoas por tudo aquilo que faz.

As pessoas assertivas lidam com os conflitos com mais facilidade e satisfação; sentem-se menos estressadas; adquirem maior confiança; agem com mais tato; melhoram sua imagem e credibilidade; expressam seu desacordo de modo convincente, mas sem prejudicar o relacionamento pessoal; resistem às tentativas de manipulação, ameaças, chantagem emocional, bajulação, etc.; sentem-se melhor e fazem com que os outros também se sintam melhor.

Se você não é uma pessoa assertiva, procure oportunidades para exercitar essa qualidade. Reclame de um produto ou serviço ruim; exija um desconto na sua próxima compra; expresse sua opinião sincera naquelas circunstâncias em que você normalmente não faria isso; diga não e agradeça, sempre que alguém lhe oferecer um produto ou serviço do qual não precisa.

Lembre-se que nada disso significa ser rude, combativo, ser dono da razão ou ter a última palavra. Talvez um dos maiores erros que as pessoas comentem em relação à assertividade e à agressividade é não saber a diferença entre uma reclamação e uma crítica. Você tem o direito de apresentar uma reclamação legítima, mas não tem o direito de criticar. Reclamações são tentativas de resolver um problema; críticas são ataques. Uma reclamação faz referência a um assunto urgente que precisa ser negociado e resolvido. Enquanto que uma crítica é um ataque que é insolúvel no momento, normalmente referindo-se a algo do passado ou a alguma característica pessoal de alguém. Ao fazer uma crítica, você permite que a outra parte faça o mesmo em relação a você, dando início a escalada de uma discussão que pode levar à violência. Um exemplo dessa diferença é uma reclamação do tipo: ”Você não está me tratando bem…” Isso define um problema e um fato, abrindo as portas para uma negociação e a chegada a um termo comum. Mas uma crítica encerra essas possibilidades: “Você é mal-educado…”

A prática da assertividade melhora sua autoconfiança e estabelece um perfil de não-vítima.

Portanto, pratique a assertividade nos pequenos acontecimentos do cotidiano. Por exemplo, você parou seu carro no semáforo e não subiu o vidro. Um mendigo, vendedor ou “panfleteiro” se aproxima e lhe pede ou oferece algo que você não quer. Então, faça contato olho no olho e diga: não, obrigado! Você não precisa sorrir, não precisa se justificar nem inventar desculpas. Sua resposta padrão deve ser sempre esta: NÃO!

Em março de 2009, a advogada A.K.S.P. atendeu um desconhecido que havia tocado o interfone. O homem se identificou como pastor e perguntou se a advogada acreditava em Deus. Ela respondeu afirmativamente, e então o homem pediu que ela abrisse a portaria para que ele realizasse a pregação. A advogada simplesmente disse a frase padrão: não, obrigada! (Uberlândia/MG).

Algumas pessoas acreditam que isso não é correto e nem educado, mas a verdade é que você não pode acreditar nas histórias que ouve de pessoas desconhecidas, muito menos acreditar que todas elas são bem intencionadas.Lembre-se, a sua segurança vem em primeiro lugar.

Fonte: http://comunidadepolicial.blogspot.com.br/

*Trecho do livro Autodefesa Contra o Crime e a Violência.

Humberto Wendling é Agente Especial, Professor de Armamento e Tiro da Polícia Federal e autor do livro Autodefesa Contra o Crime e a Violência – Um guia para civis e policiais, 2ª edição.

Por Jonas Leite

QUER VENCER EM CONCURSOS E NA VIDA? LEIA ESTE DEPOIMENTO

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Olá, amigos e amigas, como estão?

Quem escreve é o Jonas, criador e editor deste blog. A postagem de hoje é diretamente para você que possui um sonho, mas não inicia sua conquista por fatores pessoais ou externos.

Antes, gostaria de registrar meus eternos agradecimentos ao Coach e colaborador deste blog Fernando Odnanref, sem os seus ensinamentos, hoje, não seria possível elaborar este texto. Vida longa, irmão!

Bem, sou o Jonas, 33 anos, analista de sistemas, pai, filho, amigo, batalhador, sonhador, enfim, um cara normal. Fiz este breve resumo, pois esse texto não é de autoajuda, tentarei, de forma simples e humilde, registrar os meus ganhos como ser-humano nos últimos tempos: são melhoras extraordinárias que só farão sentido completamente se eu as compartilhar com vocês. Não deixe, também, de indicar aos seus amigos: curta, compartilhe, marque… Afinal, o que é bom tem que ser repassado.


Cheguei ao meu limite emocional, a responsabilidade do trabalho, a falta de diálogo, a instabilidade financeira, o senso de vitimização, a solidão, a frustração e os erros do passado eram companheiros constantes em minha vida. Por mais que houvesse momentos felizes eu me sentia uma pessoa triste. Triste por não sentir prazer no meu trabalho; triste por achar a segunda-feira um péssimo dia mesmo antes de levantar da cama; triste por ser feliz apenas dois dias da semana (sábado e domingo); triste por culpar o passado pela minha situação presente; triste por ganhar razoavelmente bem e não conseguir poupar; triste por ter amigos, mas ao mesmo tempo me sentir sozinho; triste por saber que Deus estava cuidando de mim, mas não era capaz de agradecer corretamente; triste por não ser um filho presente e, ás vezes, um pai também; triste por não ser capaz de me doar a alguma causa pelo simples fato de não ter tempo; triste por impor metas, principalmente de estudos, e não conseguir cumpri-las e triste por desejar mudanças boas e nada acontecer.

Hoje eu enxergo tudo isso, mas há três meses todos esses sentimentos de tristeza eram resumidos em vitimização, ou seja, sentia-me vítima de tudo isso, algo que eu não podia mudar, pois estava longe do meu alcance. Culpava a empresa pela pressão psicológica, atribuía à situação atual do país a dificuldade de me desenvolver financeiramente, apegava-me a certos acontecimentos do passado para justificar fatos, ausências e julgar pessoas, enfim, culpava esses eventos e outros por não atingir minhas metas, principalmente as de estudos. Era uma sensação de impotência que eu acreditava estar predestinado a viver, a conviver e a aceitar.

Engana-se quem pensa que toda essa situação era clara em minha cabeça, pois por incrível que pareça eu me sentia no caminho certo, os resultados eram que não vinham. Sentia-me cumprindo o protocolo de bom pai, de bom filho, de bom profissional, de bom estudante e de bom amigo. Talvez até aqui você tenha se identificado com algo, certo?

Mas como cheguei ao ponto de procurar ajuda já que tudo, “aparentemente”, ia bem? Amigos, sintomas de stress e de depressão, mau humor, ausências afetivas e choros descontrolados faziam parte de minha rotina, mas eu os associava, quase sempre, como consequência de uma vida corrida. Tive a certeza de que precisava de ajuda profissional quando perdi a paixão pelo trabalho, quando deixei de estudar corretamente, quando meus comportamentos mudaram com as pessoas que eu mais amo, quando o amor próprio gritou dizendo que estava quase no fim e quando me senti muito, mas muito distante de Deus. Percebi, então, que sozinho não era possível.

A mudança… O renascimento…

Orei, pedi para que Deus me ajudasse a procurar o melhor tratamento, algo que pudesse responder minhas questões e que fosse capaz de orientar rumo ao meu objetivo.

Antes de detalhar essa mudança de vida extraordinária, exponho para vocês o meu objetivo de vida. Apesar de ter sido aprovado em alguns concursos policiais, meu sonho profissional é de pertencer à Polícia Federal, mais precisamente como Agente de Polícia Federal. Deste sonho surgiu este blog e deste blog surgiu e surge diariamente a vontade de lutar cada vez mais por isso.

Voltando… A mudança.

Decidi que sozinho não era possível vencer. Imagine você dentro de um poço seco, onde a única forma de sair de lá é alguém te jogando uma corda e puxando. Você grita, grita, grita, até que em algum momento alguém ouve e te ajuda. Pois é, aconteceu exatamente isso comigo, mas os meus gritos eram silenciosos, só Deus os ouvia e, como sempre, Ele não me desamparou.

Certa noite, de forma totalmente inesperada, o Coach e Agente da Polícia Federal Fernando Odnanref me chamou no whatsapp dizendo-me que estava gostando do meu trabalho no blog e que eu era merecedor de algumas sessões de coach. Sim, simples assim, sem pedidos e sem rodeios.

Tive a primeira sessão on-line, foram 90 minutos de sabedoria, de amor ao próximo e de aprendizado. Afirmo com todas as letras que após esse primeiro encontro um novo Jonas nasceu. Um Jonas ciente de que a felicidade é uma decisão e não um acaso. Um Jonas consciente de que tudo muda ao seu redor quando você está disposto a mudar. Um Jonas capitão do seu barco e chefe do leme de sua vida. Um Jonas convicto de suas competências e valores. Um Jonas ser-humano que também erra, mas com a diferença de aprender e com isso se arrepender. Um Jonas feliz de segunda a segunda, de férias ou trabalhando, no calor ou no frio, com problemas ou sem eles, enfim, feliz. Um Jonas que entendeu e agregou em sua vida que a felicidade não está no destino, mas sim na jornada.

Amigos e amigas, como disse acima, se eu não compartilhasse esses ganhos e ensinamentos com vocês nada disso faria sentido. Jamais se convençam que a vida é apenas o que te faz sobreviver. A vida é muito mais que sobrevivência; a vida é única e preciosa. Analise seus sonhos, trace um plano de ação, coloque metas e comece a batalhar, pois a vida só fará sentido quando você resolver mudá-la.

Quando tudo estiver ótimo, lembre-se dessa frase: é apenas o começo!

Por Jonas Leite

Conheça o Coach e Policial Federal Fernando Odnanref

 

PROVA CESPE: DICAS DE “CHUTE TÉCNICO” DO AGENTE FEDERAL WELLINGTON

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Olá galera! Blz? E os estudos? Insane Mode: ON?!

Respondendo aos muitos e-mails dos fans, kkkkk, resolvi fazer esse post explicando a minha concepção sobre o chute técnico, estarei me baseando principalmente no meu conhecimento prático e nas análises de dezenas a centenas de gabaritos (CESPE) que verifiquei durante meu preparo. Fiz também algumas pesquisas relacionadas ao assunto enquanto estudava, mas nunca encontrei nada bem sintetizado como o que tentarei fazer nesse post.

SIM, CHUTE TÉCNICO FUNCIONA! PORÉM…ENTRETANTO…TODAVIA… depende do seu nível de estudo; quanto mais preparado você estiver mais ele irá funcionar. Entenda que não estamos falando de um chute às cegas, e sim de uma técnica. E como toda técnica, exige estudo e treino.

Acredito que esse será um dos posts mais intrigantes que vocês já viram, céticos podem não aceitar o que irei falar, mas como dizia Dr. House: “Números não mentem”. xD

Primeiramente, o chute técnico possui diversas linhas de aplicação, abordarei as duas mais conhecidas e, é claro, que mais utilizei.

A primeira delas (se subdivide em 3) não exige tanto conhecimento para ser utilizada, não sei o nome certo, mas sempre chamei de “Questão trancada” ou “Questão Aberta” ou “Questão Semiaberta”.

A “Questão Trancada” engloba as questões que não aceitam outra alternativa, sem a possibilidade de uma segunda opção, exemplo: “APENAS/SOMENTE quem estuda por PDF passa em concurso”. É um exemplo simples, mas a ideia é essa, em tudo que fazemos geralmente tem outra forma de também dar certo (Geralmente há exceções). Esses tipos que questões costumam ter em sua construção um “NÃO É POSSÍVEL”, “APENAS”, “JAMAIS”, “NUNCA” “SOMENTE”, “EM NENHUMA HIPÓTESE”, “DE MODO NENHUM”. Assertivas contendo essas partículas OU EXPRESSANDO ESSES SENTIDOS na gigantesca maioria das vezes está errada, avalio em 80% a possibilidade de tal assertiva ser errada. (Jamais teremos um 100%). Mas se na sua prova tiver 10 questões com essas construções, com certeza você sairá no lucro aplicando a técnica, na pior hipótese você acerta pelo menos 6 e erra 4, ficando com 2+.

A “Questão Aberta” é o oposto da anterior, mas que também tende a estar errada, pois geralmente há exceções; possui os termos “EM QUALQUER CASO”, “DE TODA FORMA”, “SEMPRE”; A probabilidade de estar errada também gira em torno dos 80%. Veja que nem sempre terá esses mesmos termos, você deverá analisar a questão e avaliar qual o sentido que ela está expressando.

Já a “Questão Semiaberta” é o meio termo das duas anteriores, pois nem admite todas as possibilidades como também não inclui apenas uma ou nenhuma. Essas questões geralmente estarão certas. Exprimem a ideia de “Em alguns casos”, “Uma vez ou outra”.

Observe que essas três espécies usam a regra maior que diz: Geralmente há exceção, ou seja, nem tudo é permitido e nem tudo é proibido.

Essa técnica para mim é uma das melhores, pois pode ser aplicada a tudo que for de matéria, nas provas que fiz até hoje sempre apliquei essa técnica, nunca tive prejuízo. Use ela com cautela e a considere apenas como um auxílio, lembre-se que o mais importante é o estudo. E nunca se esqueça dos 20% que faltam para “fechar” a conta. Risos.

Treinem bastante, toda questão que você for responder a partir de hoje, procure primeiro esses termos que disse, e vá aplicando no seu dia a dia, poste aqui os seus resultados dos exercícios. Lhe garanto que funciona.

O “ponto fraco” dessa técnica é que em provas mais elaboradas as bancas tentam ao máximo evitar esses tipos que construções, entretanto, o sentido que os termos expressam dificilmente é completamente evitado, embora se utilizem de outras palavras. xD.

Em uma estimativa por baixo, nas provas de 120 questões, você irá conseguir aplicar essa técnica em cerca de 5 a 10 questões. (Se tratando de chute, é um número elevado).

Tenha em mente que não se passa em um concurso apenas com técnicas de chute, são um auxílio, que se bem aplicadas, irão lhe garantir alguns pontos extras. Imagine quantos não passaram no concurso de APF 2014 e em tantos outros por falta de 1 ponto ;/.

A Segunda técnica é muito mais complexa, e nunca utilizei, mas conheço vários amigos que usaram e hoje estão na PF ou em outros órgãos. Está diretamente ligada a seu nível de estudo. Quanto melhor você estiver, melhor será a sua aplicação.

Funciona da seguinte forma, após você terminar toda sua prova, conte quantas você marcou “C” e quantas “E”; as provas tendem a ter gabaritos balanceados, de modo que 50% de toda a prova será C e a outra metade E. Ou seja, se a prova tiver 120 questões, seu gabarito terá 60 C e 60 E. Dentre tantos gabaritos que analisei, em alguns casos, de fato batiam 60C/60E, porém a grande maioria vem com 62/58; 61/59; 63/57. Veja que não há diferenças exorbitantes, há um equilíbrio, e é nisso que tiramos vantagem. Então, no fim você contou e digamos que tenha respondido 110 questões, e dentre essas, 50 você marcou como C e as outras 60 marcou como E, as 10 que ficaram em branco marque elas como “C”, se (como já falei antes) você estiver em um bom nível de preparo, com certeza irá ganhar alguns pontos. O ponto fraco dessa técnica é que, como no meu caso, na prova de APF 2014 respondi apenas umas 92 questões, não mais que isso, e quando contei, os números estavam bastante equilibrados, algo em torno de 50E/42C e ainda faltavam 28 questões. Portanto, não foi possível o uso dessa técnica nessa situação. Mas vários amigos com quem conversei na ANP fizeram isso e ganharam pontos, uns conseguiram 2, outros 5 e por aí vai, lembro que pra PRF um amigo ganhou 7 pontos. Essa realmente funciona, e como eu disse, na minha prova não pude usar ela, mas estava preparado para utilizá-la se fosse possível. Mas como eu disse, você deve treiná-las para tê-las como auxílio, não deu para eu usar essa, mas a primeira que citei me auxiliou bastante.

A última técnica, (Só soube dela após fazer minha prova) é um tanto quanto absurda, mas que se eu tivesse utilizado teria ganhado uns 10 pontos; na realidade é desdobramento da anterior, e também depende inteiramente do seu nível de preparação, funciona da seguinte forma: em linhas gerais, encontre em sua prova 35 questões erradas, e chute todo o resto (85) como “C”. Sei que parece estranho, mas vejamos: considerando que as provas sejam equilibradas 60C/60E, se você acerta as 35 que marcou como E, e marcou as outras 85 como C, veja que irá acertar todas as questões C, garantindo 60 pontos e errar as outras 25E, como uma errada anula uma certa, acertou 35 + 60 = 95, subtraindo as 25E, fica com 70 pontos, com uma redação bem feita, você está aprovado.

O amigo que me mostrou essa técnica, olhei a prova dele com meus próprios olhos, e tinha sequências grandes todas respondidas como C, cerca de 15 questões seguidas, óbvio que foi chute. Mas só funcionou porque ele acertou as 35 questões (ou bem perto disso) que marcou como E, ou seja, exige que você esteja preparado. Ele se arriscou porque, nas palavras dele, “estava estudando há pouco tempo e não tinha condições de atingir uma nota para ser aprovado pelo meio convencional de se responder provas e tinha confiança de que acertaria as 35 que marcou como E”.

Você pode estar se perguntando, por que 35 E ao invés de 35 C? Questões erradas são mais fáceis de respondermos, não é verdade? É fácil quando se encontra o erro; por outro lado, quando a questão está C temos mais dificuldades para marcar, pois pode ser que seja questão capciosa e não estamos identificando erro algum, sempre questão C é mais difícil!

Quem descobriu essa ideia certamente é um gênio, faz todo sentido, e como já disse, eu ganharia uns 10 pontos se tivesse aplicado ela nas outras 28 questões de deixei em branco, me colocaria no Top 10. xD

O ponto fraco dessa técnica é que ela depende totalmente do seu desempenho em acertar as questões “E”. No meu caso, respondi 50E, óbvio que não acertei as 50, devo ter errado umas 3-4, ainda assim, acertei umas 45 E, logo, se eu tivesse aplicado a técnica, teria ficado próximo aos 90 pontos (fiz 78). No gabarito definitivo, ficou 61C, 52E e 7 anulações. Outro risco, como sempre, é de a banca fazer uma prova desbalanceada, isto é, 80E e 40C, ou o contrário, mas sinceramente, acho muito difícil de algo assim acontecer, no máximo um 67/53. 

O risco sempre existe. Vai de cada um arriscar ou não, falo por mim, e apenas por mim, Wellington Macedo,  não é a opinião do blog, tendo em vista que não perguntei a ideia dos amigos Alexandre Santos nem do Caverna; utilizei a primeira técnica sempre, a segunda não usei na PF, e na prova da PRF preferi não arriscar, mas me arrependi, teria conseguido uns 5 pontos a mais. 

O objetivo desse post é trazer a vocês novas abordagens, tentei explanar ao máximo os pontos positivos e negativos de cada técnica. Não estimulo nem aconselho ninguém a usar essas técnicas (exceto a primeira, desperdício seria não utilizá-la), analise você mesmo os números, as possibilidades, em que nível de preparação você se considera estar e decida por conta própria e boa prova!

Devo deixar claro que essa questão se aplica a praticamente todas as bancas e a todos os concursos e vestibulares.

Recordo de um Sr. chamado Sapóia, tem alguns vídeos dele no Youtube explicando algumas ideias do que citei aqui, aconselho a analisarem, e sempre terem em mente que nenhuma técnica de chute lhe garantirá uma vaga, e sim o seu preparo, a sua dedicação, portanto, se você decidir usar as técnicas, use-as como a “ultima ratio”. Se eventualmente elas funcionarem com você, lembre-se que não é por “pura sorte”, é porque você estava preparado; e, quanto mais preparado você está, mais “sortudo” você se torna”. Como disse Tiger Woods: “Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho”. 

Acho que é tudo galera! Estude cada dia mais, se supere a cada semana!

Qualquer coisa, estou à disposição, postem suas dúvidas, se preferir, me enviem email. lingworks@hotmail.com

Bons Estudos! Insane Mode: ON!

Fonte: http://aspirantespf.blogspot.com.br/ Por Jonas Leite

Já ouviu falar do COT? SEAL? E do TEAM SIX – A ELITE DA ELITE?

Fala, caveiras de plantão, beleza? Nem só de estudo vive o concurseiro policial, certo? Partindo deste conceito, irei listar abaixo alguns livros de suma importância para o conhecimento da policial federal, sobrevivência policial e grupos especiais. Boa leitura.

livrocotCharlie Oscar Tango – Por dentro do grupo de operações especiais da Polícia Federal

Data da primeira publicação: 2009

Autores: Eduardo Maia Betini, Fabiano Tomazi

Charlie Oscar Tango – Por dentro do grupo de operações especiais da Polícia Federal está dividido em três partes: a primeira aborda assuntos como a formação de grupos de operações especiais, histórico, treinamento, tarefas e divisões; a segunda traz uma narrativa detalhada de dez grandes operações da Polícia Federal, com os bastidores, as dificuldades, a execução. A terceira é um breve estudo sobre sociedade e violência, trazendo dicas de segurança para auxiliar o leitor no seu dia-a-dia.

Seu nome tem origem no Alfabeto Fonético da OTAN, um código amplamente utilizado em comunicações, favorecendo o entendimento quando da existência de ruídos nas transmissões. O acrônimo COT, de Comando de Operações Táticas, é representado da seguinte forma: C (Charlie), O (Oscar) e T (Tango). Com esse código, formamos o título: Charlie Oscar Tango.

O livro tem o objetivo de abordar as atividades dos policiais que atuam no Grupo de Operações Especiais da Polícia Federal, mostrando os treinamentos, os casos verídicos e as investigações realizadas por esses profissionais.


aoanfibiasOscar Alfa

Data da primeira

publicação: 2015

Autor: Fabiano Tomazi

Oscar Alfa trata sobre a utilização de operadores anfíbios no meio policial e militar, em mais profundidade na Polícia Federal. Está dividido em duas partes. Na primeira, traz um panorama sobre o emprego das operações anfíbias, sua história, a formação dos operadores multimissão, os equipamentos e as instalações. Na segunda, traz o relato emocionante de diversas missões cumpridas pelos operadores anfíbios da PF, além de um trabalho de resgate da história, através da publicação de duas entrevistas realizadas com precursores do COT e do NEPOM, que narraram outras operações ocorridas em suas épocas. O livro tem cerca de 350 páginas, ricamente ilustrado e com extensa bibliografia, foi escrito em linguagem acessível, visando atender tanto o público leigo, interessado no trabalho policial, bem como profissionais da área, que poderão usufruir do seu conteúdo como uma referência técnica para implantação de novas unidades ou no aprimoramento da doutrina de operações especiais, estimulando uma constante e contínua capacitação profissional.


autodefesaAUTODEFESA Contra o Crime e a Violência – Um guia para Civis e Policiais.

Data da primeira publicação: 2013

Autor : Humberto Wendling Simões de Oliveira

Porque morrer não faz parte do plano! Quantas vezes você já pensou na possibilidade de ser vítima de um criminoso? Como você se sentiu diante dessa possibilidade? Como seria se você estivesse diante de um assassino ou um maníaco sexual? E o que as infelizes vítimas de assassinos, torturadores e estupradores pensaram e fizeram ao se verem à beira da morte?

Elas rezaram e esperaram um milagre? Elas esperaram a polícia? Simplesmente aceitaram a morte, a tortura e a violência sexual porque estavam com medo ou não sabiam o que fazer? Então, o que você faria se fosse com você? O que gostaria que sua esposa ou sua filha fizesse para estar a salvo? É para responder a essas perguntas que a ideia deste livro surgiu, ou seja, oferecer o conhecimento necessário para que você seja capaz de se defender antes e durante um crime.


nahadiafacilNão Há Dia Fácil

Data da primeira publicação: 2012

Autor : Mark Owen

Não há dia fácil é um retrato da vida nas equipes do Seal e o único relato interno sobre a Operação Lança de Netuno, realizada em 1º de maio de 2011, que resultou na morte do terrorista Osama bin Laden. Desde a pane no helicóptero Black Hawk – que quase fez com que a missão fosse abortada – até o comunicado pelo rádio via satélite confirmando que o alvo estava morto, a operação dos vinte e quatro homens na propriedade secreta de Bin Laden é recontada em mínimos detalhes. Das ruas de Badgá ao resgate do capitão Richard Phillips no oceano Índico; das montanhas ao leste de Cabul ao terceiro andar do esconderijo de Osama bin Laden em Abbottabad, no Paquistão. Não há dia fácil coloca o leitor dentro de uma das mais surpreendentes tropas de elite do mundo. Mark Owen, ex-membro do Grupo para o Desenvolvimento de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos, mais conhecido como Equipe Seis do Seal, foi líder de uma das mais memoráveis operações especiais da história recente, assim como de inúmeras outras missões que nunca chegaram às manchetes.


nahaheroisNão Há Heróis

Data da primeira publicação: 2015

Autor : Mark Owen

Depois do fenômeno de vendas Não há Dia Fácil, Mark Owen, ex-SEAL da Marinha Americana, escreve seu segundo livro, Não há Heróis, no qual conta as histórias que mais o marcaram em sua carreira, transformando-o no soldado e na pessoa que é hoje. Não há Heróis é um relato mais pessoal. Owen relembra as histórias mais marcantes, vividas ao longo dos 13 anos em que ele serviu como SEAL, incluindo momentos-chave onde, no sucesso e no fracasso, ele passou a conhecer melhor seus colegas e a si próprio. Tão repleto de ação quanto Não há Dia Fácil, com histórias que vão dos treinamentos ao campo de batalha, Não há Heróis traz ao leitor uma perspectiva interna das experiências e valores que fizeram com que Mark Owen e seus colegas fossem capazes de executar suas missões sem que elas sequer chegassem às manchetes.


sniperamericanoSniper Americano

Data da primeira publicação: 2015

Autor : Chris Kyle

Em uma década de serviço, incluindo diversas incursões ao Iraque e a outras zonas de combate durante a chamada guerra ao terror, Chris Kyle, atirador de elite dos Seals, alcançou o recorde de mais de 150 mortes confirmadas pelo Pentágono. No livro, ele fala dos sofrimentos da guerra, da morte brutal dos companheiros, da ação como atirador e da frieza e da precisão que desenvolveu ao longo do serviço, lançando luz não só sobre a realidade dos combatentes como também sobre a dificuldade de readaptação dos que retornam ao lar. Em 2013, Chris Kyle foi assassinado por um veterano de guerra que sofria de transtorno de estresse pós-traumático.


teamsix

Seal Team Six

Data da primeira publicação: 2012

Autor : Howard E. Wasdin

O Seal Team Six (ST6), denominado atualmente como DEVGRU, é uma unidade ‘clandestina’, encarregada de ações antiterrorismo, resgate de reféns e neutralização de insurreições. Sua existência foi mantida sob estrito sigilo, entretanto, ao matar Osama bin Laden, os efetivos envolvidos na operação foram expostos ao foco das atenções mundiais. Neste livro, Howard Wasdin, um ex-atirador do ST6, tem o intuito de levar o leitor às profundezas do interior do mundo dos SEALs. O autor procura descrever o complexo processo ao qual um SEAL é submetido para chegar a integrar esta ‘elite dentro da elite’.


sobreviventeO Único Sobrevivente

Data da primeira publicação:2008

Autor : Marcus Lutrell

Eles foram enviados ao Afeganistão para capturar ou eliminar um líder da al Qaeda. Eles são os soldados mais bem treinados dos EUA. Eles são SEALs. Mas apenas um deles voltou. O único sobrevivente é o testemunho emocionante de Marcus Luttrell, combatente de elite da Marinha dos EUA que enfrentou as montanhas repletas de terroristas e perdeu toda a sua equipe. O estilo apaixonante dos autores faz deste livro um dos relatos de guerra mais impressionantes da história contemporânea.

Por Rafael Pompeu

Sancionada a Lei 13.344/2016 que endurece as punições para quem comete tráfico de pessoas

traficomulherescriancasadolescentes

Hora de atualizar o material, moçada!

O presidente Michel Temer sancionou a Lei 13.344/2016 que endurece as punições para pessoas que cometem tráfico interno e internacional de pessoas. A sanção foi publicada nesta sexta-feira (7/10) no “Diário Oficial”.

A proposta, que foi aprovada pela Câmara em 2015 pelo Senado em setembro deste ano, gira em torno de três objetivos: prevenção e repressão dos crimes; e atenção às vítimas.

Antes dessa lei, não havia uma legislação sobre tráfico de pessoas de forma mais abrangente, somente sobre tráfico de mulheres e de crianças. O texto procura adequar a legislação brasileira a acordos internacionais que tratam do tema.

O texto acrescenta ao Código Penal o crime de tráfico de pessoas que, segundo a proposta, é; agenciar, recrutar, transportar, comprar, ou alojar pessoa mediante ameaça, violência, coação fraude ou abuso com a finalidade de:

– remover os órgãos, tecidos, ou parte do corpo das pessoas;
– submetê-la a trabalho em condições análogas à escravidão ou a qualquer tipo de servidão;
– adoção ilegal;
– exploração sexual.

A pena prevista para o crime de tráfico de pessoas, segundo a norma, é de quatro a oito anos de prisão, além do pagamento de multa. Essa punição pode ser aumentada caso o crime seja cometido por funcionário público ou contra crianças, adolescentes e idosos. Caso a vítima seja retirada do território nacional, a punição também pode ser agravada.

O texto exige dois terços de cumprimento da sentença para que a pessoa que tenha cometido o delito tenha direito à liberdade condicional.

– Prevenção:
O projeto também prevê medidas para a prevenção de novos casos de tráfico de pessoas. Entre elas, a criação de políticas públicas interdisciplinares que envolvam profissionais de saúde, educação, trabalho, segurança pública, justiça, desenvolvimento rural, entre outras áreas.

Outras formas para prevenir os crimes previstos no projeto são campanhas socioeducativas e de incentivo a projetos sociais de prevenção ao tráfico de pessoas.

– Repressão:
Como forma de reprimir atos de tráfico de pessoas, o projeto estabelece a cooperação entre órgãos dos sistemas de justiça e segurança nacionais e internacionais. Além disso, a proposta prevê a criação de um banco com dados de infratores e vítimas de tráfico a fim de evitar novas ocorrências.

– Assistência:
À vítima de tráfico de pessoas, o projeto estabelece uma série de assistências, como jurídica, social e de saúde. A proposta, que está sendo chamada de “marco regulatório contra o tráfico de pessoas”, também prevê acolhimento e abrigo provisório para a pessoa que sofrer esse tipo de violência.

“A atenção às vítimas se dará com a interrupção da situação de exploração ou violência, a sua reinserção social, a garantia de facilitação do acesso à educação, cultura, formação profissional e ao trabalho e, no caso de crianças e adolescentes, a busca de sua reinserção familiar e comunitária”, diz o texto.

O tráfico de pessoas é uma fonte de renda do crime organizado. Entre 2005 e 2011, o governo federal identificou um total de 475 vítimas brasileiras no exterior – a maioria mulheres. No mesmo período, os tribunais de justiça e regionais federais registraram 109 processos de tráfico interno de pessoas.

O projeto aprovado nesta terça tem origem na CPI do Tráfico Nacional e Internacional de Pessoas no Brasil, de 2012.

Vale lembrar que esta lei esta ligada aos compromissos firmados na Convenção de Palermo, que visa à repressão do crime organizado.

Essa é uma norma que tem tudo pra ser incluída no rol da legislação especial dos próximos concursos policiais. Então… Papirando!

Para consultar a Lei: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13344.htm

Por Mari