O que Thiago Nigro me ensinou sobre aprovação em concursos

Já ouviu falar no Thiago Nigro, mais conhecido como O Primo Rico, influenciador digital e educador financeiro com mais de 10 milhões de seguidores em suas redes sociais?

Então, ele me ensinou algo precioso hoje e quero compartilhar com você.

São apenas 5 minutos de leitura que poderão mudar a sua vida, principalmente se você estuda para concursos.

Então, hoje, ele, o Thiago, resolveu postar um vídeo em seu canal no Youtube falando sobre o resultado dos seus investimentos em 2021 – aliás, ele investe seu dinheiro publicamente há alguns anos – algo bem bacana.

Antes que você desista da leitura, calma, eu não irei falar de investimentos neste texto, mas de algo muito melhor. Combinado?

Confia em mim!

O insight que me fez parar por 4 horas e escrever tudo isso foi quando o Thiago provou que existem dois tipos de vencedores:

Isso mesmo! Algo que eu nunca tinha parado para pensar.

O 1º é aquele que faz o básico bem feito e consegue, de certa forma, alguns ganhos;

E o 2º é aquele que investe tempo e energia em sua preparação e consegue algo muito, mas muito melhor.

Bom, Thiago Nigro criou um método de investimentos, assim como tantos outros que existem por aí, onde visa orientar seus seguidores e alunos a aplicarem o dinheiro da melhor forma possível. Inclusive, como o próprio Thiago disse, a ARCA, nome dado por ele ao método, é uma filosofia de investimento – algo que ele coloca em prática e ainda ensina outras pessoas.

Ocorre que seu método foi analisado por especialistas f*did0$ do mercado financeiro e o resultado foi o seguinte:

O método, dentro de suas teorias, em relação ao ano de 2021, teve um resultado de 3,4% (positivo).

Ou seja, se somente a teoria fosse colocada em prática, seguindo os índices do mercado, o indivíduo teria uma rentabilidade de 3,4% – o que não seria ruim, já que não houvera muito esforço.

Quando a carteira do Thiago foi analisada, a fim de saber quanto ele teve de rendimento na prática, levando em consideração que ele aplicou a filosofia da ARCA, ou seja, sua metodologia, o resultado foi 21% de lucro – 17,6% a mais.

A pergunta que fica é: Por que há essa diferença já que o método é o mesmo?

Bem, antes de responder, é importante saber a relação disso tudo com concursos públicos.

Eu, Prof. Jonas Leite, com mais de 300 horas de mentoria e mais de 100 alunos mentorados, sou criador de um método de estudo. Método este que não só me ajudou a ser empossado num cargo público, mas como orientou muito alunos a conquistarem resultados expressivos em concursos. Em contrapartida [atenção], colocando tudo na balança, é importante citar que existem casos de alunos, onde, após aplicado o método, os resultados não foram tão vivaz assim.

Quando me deparava com resultados baixos de alguns alunos, não foram poucas às vezes, eu me perguntava se o meu método realmente era bom, mesmo aplicando todo o santo dia na minha vida e colhendo resultado animadores.

Por vezes voltei para a prancheta a fim de encontrar algum gargalo – talvez um elo fraco que vinha a se romper com determinados alunos, sei lá.

Eu atribuía sempre ao método as conquistas de alguns alunos, mas reduzia sua credibilidade quando via que outros não decolava tão alto assim – “algo de errado existe, pensava”.

No fundo eu sabia que era algo vinculado especificamente ao aluno, mas não conseguia formar um entendimento completo sobre isso

Bom…

Vamos voltar ao Thiago e a resposta do questionamento acima.

Thiago então disse o seguinte: se hoje eu tenho uma rentabilidade muito maior que a teoria criada por mim, isso significa que eu ganhei um prêmio referente ao tempo que eu investi em aprender a escolher as melhores opções.

Pensa comigo:

Se um aluno estudar 2 horas líquidas por dia, 5 vezes por semana, 2 disciplinas ao dia, revisar e resolver questões, certamente será aprovado no concurso que escolheu, certo?

Fazendo uma comparação aos números do Thiago, o aluno que colocou o método de estudo para rodar e fez o feijão com o arroz, certamente será contemplado com a APROVAÇÃO.

Agora, o aluno que fez tudo que o primeiro fez, somado a 2 horas a mais de estudos por dia, 6 vezes por semana, correções profundas de simulados e de questões, análise fundamentada de produtividade, resumos bem escritos e não se deixou levar pelas distrações e percalços da vida, certamente este aluno será contemplado também a APROVAÇÃO, mas junto virá a NOMEAÇÃO E A POSSE.

Viu a diferença?

O primeiro aluno não perdeu, teve seus rendimentos na casa dos 3,4% – está até com saldo positivo. Mas, enquanto tiver aluno com rendimento acima dos 20% o primeiro nunca terá chances.

Como disse, o primeiro aluno não perdeu, mas ele deixou de ganhar, e muito!

O aprendizado que fica é…

Não importa a área que você aplique esse raciocínio – a regra é clara: o maior prêmio sempre será dado a quem fez mais, mesmo que o método utilizado seja o mesmo.

Se você é do time que atribui seus baixos resultados à professores e mentores, repense!

Responda: que tipo de vencedor você é?

*Independente da resposta, use o início deste novo ano para tomar a decisão de não apenas jogar o jogo e vencer, mas de vencer com louvor.

Aos que ficaram curiosos sobre o vídeo do Thiago, segue o link: https://youtu.be/Id8pMvP7tkA

Adaptado de “O Primo Rico”

Por Jonas Leite

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